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ReciclaJUD 2026 transforma TJMT em polo de mobilização ambiental e engajamento coletivo

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Três troféus verdes do ReciclaJud estão dispostos sobre mesa de madeira em sala administrativa. As peças têm formato do símbolo da reciclagem e bases douradas com identificação dos vencedores de 2025.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) iniciou, nesta segunda-feira (4), a 2ª edição da campanha ReciclaJUD – Edição Sede, uma ação que transforma a rotina institucional em uma grande mobilização ambiental, aliando práticas sustentáveis, engajamento coletivo e impacto social direto. A iniciativa é do Núcleo de Sustentabilidade do Poder Judiciário e está alinhada à Agenda 2030 da ONU, convertendo-se em um aprendizado que ultrapassa o ambiente profissional e alcança também a rotina em casa. A ação, que está regulamentada pelo Edital nº 01/2026, segue até o dia 29 de maio e envolve magistrados, servidores, estagiários e colaboradores de todas as unidades da sede.

A premiação está prevista para o dia três de junho, em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Serão reconhecidas as três unidades com melhor desempenho em cada categoria, com a entrega de troféus de ouro, prata e bronze.

Mais do que incentivar a coleta seletiva, o ReciclaJUD foi estruturado como uma estratégia institucional para fortalecer o Índice de Desempenho da Sustentabilidade (IDS) do Tribunal.

A campanha também se insere em uma lógica de economia circular, ao garantir que todo o material arrecadado seja destinado à Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Mato Grosso (Asmats), gerando renda e valorizando o trabalho dos catadores, especialmente em um período sensível do calendário econômico, às vésperas das festas de fim de ano.

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Mobilização e metodologia

A competição abrange toda a estrutura física da sede do Judiciário estadual, incluindo gabinetes de desembargadores, diretorias, coordenadorias e núcleos institucionais. Para assegurar equilíbrio na disputa, as unidades administrativas foram divididas em dois grupos, conforme o tamanho da força de trabalho: o Grupo A1, com até 35 integrantes, e o Grupo A2, com mais de 35.

O critério de avaliação será o desempenho per capita, calculado a partir da relação entre o volume total arrecadado (em quilos) e o número de integrantes de cada unidade.

Entre os materiais aceitos estão plásticos de alta reciclabilidade (como garrafas PET, embalagens de produtos de limpeza (PEAD) e potes ou tampas (PP), além de papel branco, papelão, livros, apostilas e metais, como latas de alumínio e frascos de aerossol. Uma exigência central do regulamento é que todos os resíduos estejam limpos e secos, medida essencial para garantir a qualidade da triagem e a segurança dos trabalhadores envolvidos no processo.

A dinâmica da campanha foi organizada em formato de ecoponto institucional. Os participantes devem levar materiais recicláveis provenientes de suas residências ou da comunidade, sendo vedado o descarte de resíduos gerados no ambiente de trabalho.

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Os itens precisam ser previamente separados por categoria antes da entrega. A coleta ocorre em dois pontos: na Central de Resíduos do TJMT, com recebimento diário das 11h às 14h, e no Anexo Antônio Arruda, às terças e quintas-feiras, no mesmo horário. Em cada entrega, é emitido um termo com a descrição e o peso dos materiais, garantindo controle e rastreabilidade das informações.

As informações sobre a pesagem deverão ser enviadas por cada unidade participante, por meio de formulárioeletrônico, sendo que os termos de entrega deverão ser anexados para validação posterior.

A consolidação e validação dos resultados ficarão sob responsabilidade do Núcleo de Sustentabilidade, que fará o acompanhamento de todo o processo até o encerramento da campanha.

Compromisso

Somando a arrecadação da primeira edição da competição, o Poder Judiciário alcançou o quantitativo de 10.463,18 tonelada de resíduos destinados à reciclagem somente na edição sede, evidenciando o potencial de mobilização da iniciativa e seus impactos concretos na redução de resíduos.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT implanta duplo fator de autenticação para PJe de magistrados, servidores e estagiários

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A imagem apresenta o logotipo do sistema PJe – Processo Judicial Eletrônico, acompanhado do texto “Dupla Autenticação”. À esquerda, há um ícone de documento com um cadeado laranja, simbolizando segurança digital. O fundo é branco com uma faixa laranja na base.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) iniciou a implantação do Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) para acesso dos magistrados(as), servidores(as), colaboradores(as) e estagiários(as) ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), de 1° e 2° graus. A medida segue diretriz do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conforme determina a Portaria nº 140/2024, e tem como objetivo fortalecer a segurança das informações e dos serviços digitais utilizados.

A mudança estabelece um novo modelo de autenticação, substituindo o envio de códigos por e-mail pelo uso de aplicativos autenticadores instalados em dispositivos móveis, como o Gov.br, Microsoft Authenticator ou Google Authenticator. A nova sistemática entrará em vigor no dia 18 de maio e será obrigatória para todos usuários internos.

Segundo a coordenadora da Coordenadoria de Tecnologia da Informação, Márcia Buhr, a medida representa um avanço na proteção dos dados institucionais. “A modernização dos mecanismos de autenticação é essencial para garantir maior segurança, confiabilidade e continuidade dos serviços digitais do Poder Judiciário”, destaca.

O MFA surge como uma ferramenta para garantir a segurança no acesso aos sistemas institucionais. A tecnologia adiciona uma segunda camada de verificação além da senha, exigindo um código temporário gerado em aplicativo no celular do usuário. Isso dificulta acessos indevidos, mesmo em situações em que a senha tenha sido comprometida.

No contexto do Judiciário, a proteção é ainda mais sensível. Sistemas utilizados pelo público interno concentram dados pessoais, informações processuais e conteúdos sigilosos que exigem alto nível de segurança.

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Passo a passo

O novo procedimento funcionará da seguinte forma: após realizar o login com usuário e senha ou certificado digital, o usuário deverá, no primeiro acesso, configurar um aplicativo autenticador. A partir disso, será necessário informar um código temporário gerado pelo aplicativo para concluir o acesso aos sistemas.

O procedimento é rápido e leva poucos minutos. Após a configuração inicial, não será mais necessário repetir o processo, apenas utilizar os códigos gerados pelo aplicativo. O TJMT orienta que os usuários mantenham o aplicativo instalado e, em caso de troca de celular, realizem a reconfiguração para evitar dificuldades de acesso.

A adoção do autenticador representa um avanço importante na segurança digital, protegendo dados e garantindo mais confiabilidade no uso dos sistemas institucionais.

O diretor do Departamento de Sistemas e Aplicações da CTI, Danilo Pereira, explica que a implantação exige atenção do público interno, especialmente no primeiro acesso. “Estamos preparando os canais de orientação para que magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) façam a configuração de forma simples, com acesso ao passo a passo, tutoriais e informações centralizadas”, afirma.

De acordo com Rosivaldo Guimarães Rodrigues, gerente de Sistemas da Informação, a nova etapa funciona como uma camada adicional de proteção. “O múltiplo fator de autenticação adiciona uma segunda camada de segurança ao acesso ao PJe. Hoje o usuário se autentica com CPF e senha ou certificado digital. O MFA não substitui os mecanismos de auditoria já existentes, ele complementa. O sistema continua registrando todos os acessos e ações realizadas, com data, hora e usuário, o que garante rastreabilidade completa e maior controle. Hoje o usuário acessa com certificado digital ou CPF e senha. Com o duplo fator, sempre que for acessar o PJe, ele precisará confirmar que de fato é ele, utilizando o aplicativo de autenticação no celular”, explica.

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Rosivaldo também reforça que não há obrigatoriedade de uso de um único aplicativo. “O usuário poderá utilizar o Microsoft Authenticator, o Google Authenticator, o aplicativo Gov.br ou outro autenticador que já tenha instalado e esteja acostumado a usar. O importante é vincular o aplicativo ao acesso ao PJe”, orienta.

Página de Ajuda MFA – TJMT

Em preparação para esta transição, que exige a adaptação tecnológica de todos os magistrados(as), servidores(as), colaboradores (as) e estagiários (as) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, estão disponíveis materiais informativos com orientações específicas para auxiliar na instalação, vinculação e uso dos novos métodos de autenticação, facilitando a migração.

👉 Acesse a página do MFA no PJe: https://www.tjmt.jus.br/pagina/acesso-ao-pje

📘 Consulte também os manuais disponíveis em:

Manual 2FA PJe TJMT – GOVBR

Manual 2FA PJe TJMT – Autenticadores

Aplicativos de autenticação:

Gov.br: https://www.gov.br/pt-br

Google Authenticator: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.google.android.apps.authenticator2

Microsoft Authenticator: https://www.microsoft.com/pt-br/security/mobile-authenticator-app

Autor: Ana Assumpção

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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