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Evento do MPMT destaca efeitos do adoecimento mental no trabalho

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O Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do Ministério Público de Mato Grosso – Vida Plena – promoverá, no dia 28 de janeiro (quarta-feira), o evento institucional “O impacto silencioso do adoecimento mental no ambiente de trabalho”, em alusão à campanha Janeiro Branco. A iniciativa, voltada ao público interno, reforça a importância da reflexão sobre saúde emocional e da prevenção de adoecimentos psíquicos. A atividade será realizada em formato híbrido, a partir das 15h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, com transmissão ao vivo pelo Microsoft Teams.A abertura contará com a participação do procurador-geral de Justiça do MPMT, Rodrigo Fonseca Costa, seguida da dinâmica “Pausa, reflexão e pipoca”. Às 15h45 será realizado um talk show com a coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, e convidados, incluindo o médico Werley Peres, que abordará os impactos silenciosos do adoecimento mental nos ambientes de trabalho.A tarde de atividades também trará momentos de expressão artística e sensibilização, com exibição de vídeo, declamação de poema sobre saúde mental, pausas, respiração e movimento, além do lançamento do Projeto Pausa Consciente, iniciativa que incentiva práticas de meditação e mindfulness como forma de atenção plena ao presente. Para Gileade Maia, o Janeiro Branco é uma oportunidade de fortalecer o cuidado integral com a mente dentro do Ministério Público. “Cuidar da mente não é sinal de fragilidade; é um gesto de responsabilidade consigo e com o outro. Que este Janeiro Branco seja um convite para praticarmos o autocuidado, reconhecermos nossos limites e construirmos juntos um ambiente institucional mais saudável, humano e equilibrado”, destaca.Janeiro Branco – A campanha do MPMT, que em 2026 traz o tema “Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”, incluiu ainda o lançamento da cartilha digital Saúde Mental, que reúne orientações sobre sinais de alerta de sofrimento emocional, possibilidades de atendimento na rede pública e privada, práticas de autocuidado e informações sobre serviços internos disponibilizados pelo Vida Plena, como acolhimento, atendimento psicológico, acompanhamento social, ergonomia e ações de bem-estar no trabalho. Ao longo de todo o mês, também estão sendo publicados conteúdos e vídeos informativos nas redes institucionais, reforçando o compromisso da instituição com a promoção da saúde emocional.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT requer na Justiça suspensão de cortes de árvores em Cuiabá

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A 29ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Cuiabá – Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística ajuizou, nesta quinta-feira (2), uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido de liminar contra o Município de Cuiabá, apontando falhas na gestão da arborização urbana e nos procedimentos de autorização para poda e supressão de árvores na capital. Na ação, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) requer a suspensão imediata da emissão de novas autorizações de supressão arbórea, bem como dos efeitos das autorizações já concedidas, até que sejam adotados critérios técnicos adequados para esse tipo de intervenção. O MPMT também pede, em caráter emergencial, a paralisação das atividades de retirada e supressão das árvores ainda remanescentes nas obras de mobilidade urbana executadas na Avenida Fernando Corrêa da Costa/BR-163, em frente à empresa Copagás, no bairro São Francisco, na saída de Cuiabá para Rondonópolis. No mérito, o MPMT requer o reconhecimento da inadequação dos atos administrativos que autorizaram a supressão de árvores sem observância dos objetivos de proteção e prevenção ambiental. A ação busca ainda a responsabilização do Município pelos danos ambientais e climáticos decorrentes dessas intervenções, com condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos em valor não inferior a R$ 500 mil. O Ministério Público também pede que o Município seja obrigado a instituir protocolo técnico para poda e supressão arbórea, com critérios voltados à mitigação de impactos, compensação por equivalência ecológica, transplante de árvores quando tecnicamente recomendado e monitoramento contínuo. Além disso, requer a recomposição das árvores adultas removidas em intervenções viárias e a revisão das autorizações concedidas fora de parâmetros técnicos adequados, com apresentação de relatório contendo todos os atos administrativos que embasaram supressões arbóreas nos últimos dois anos. De acordo com o promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva, os elementos reunidos pelo Ministério Público revelam um cenário de desorganização na política municipal de arborização urbana. Entre os episódios destacados está a retirada de árvores de grande porte na Rua Baltazar Navarros, no bairro Bandeirantes, que teria ocorrido mediante autorização administrativa posteriormente questionada. Outro caso envolve a erradicação de 24 árvores em área pública, com previsão de supressão de até 82 indivíduos arbóreos em razão de obras de intervenção viária na Avenida Fernando Corrêa da Costa. Segundo o MPMT, árvores adultas foram removidas sem a adoção adequada de medidas como transplante, compensação ecológica equivalente e recomposição imediata da cobertura vegetal.Na ACP, o promotor destaca a relevância da arborização para a qualidade ambiental das cidades. “A arborização urbana configura elemento essencial do meio ambiente artificial, exercendo funções fundamentais quanto à regulação térmica, melhoria da qualidade do ar, retenção hídrica e proteção da saúde pública”, afirma. Ele acrescenta que os benefícios são ainda mais significativos em uma cidade de clima quente como Cuiabá. “Árvores e áreas verdes ajudam a diminuir a temperatura local por meio da oferta de sombra e da evapotranspiração, podendo refrescar em até 5ºC as regiões densamente urbanizadas”, aponta. Para o promotor de Justiça, a substituição de árvores adultas por mudas jovens não é capaz de compensar, em curto prazo, a perda dos serviços ambientais proporcionados pela vegetação consolidada. Na avaliação dele, a atual condução da política municipal de arborização representa um “inequívoco retrocesso ambiental e climático”. Ainda segundo Carlos Eduardo Silva, “chega-se à conclusão que a política municipal de gestão e planejamento da arborização urbana apresenta sérias deficiências estruturais”.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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