Cerca de 100 servidores municipais de Alta Floresta foram capacitados pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) para atuarem na rede de apoio técnico do Programa SER Família.
A formação, realizada nesta quinta-feira (30.1), teve como objetivo principal aprimorar o atendimento às famílias beneficiadas pelo programa SER Família, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, e executado pela Setasc.
A ação buscou alinhar as práticas dos profissionais às diretrizes do programa, garantindo um atendimento mais qualificado e eficiente às famílias em situação de vulnerabilidade social. Participaram da capacitação técnicos de referência, psicólogos, pedagogos, assistentes sociais, auxiliares, agentes de endemias e orientadores sociais.
A psicóloga do CRAS Casa da Família, Andressa Gutterres, explicou que a capacitação representou um avanço significativo para a equipe, abrindo espaço para um aprendizado valioso.
“Esta capacitação superou todas as nossas expectativas, proporcionando um aprendizado de grande relevância. Conseguimos esclarecer dúvidas essenciais para o nosso trabalho diário, tanto para os assistentes sociais, quanto para os agentes comunitários de Saúde. O conhecimento que adquirimos será fundamental para aprimorarmos ainda mais o nosso atendimento às famílias, alinhando-o integralmente às diretrizes do Programa SER Família”, afirmou.
A assistente social Ilda Souza Storch compartilhou o entusiasmo da equipe com a capacitação.
“A notícia da capacitação do Ser Família em nosso município foi recebida com grande alegria por todos, pois sabíamos que seria uma oportunidade valiosa para sanar dúvidas e fortalecer nosso trabalho. A formação foi objetiva e esclarecedora, tanto para os veteranos do programa, quanto para os novos integrantes. O SER Família é essencial para amparar as famílias vulneráveis, e a presença da Setasc aqui nos capacita a prestar um atendimento ainda melhor à nossa população”, disse.
O técnico de desenvolvimento econômico-social da Setasc, Eric Ivan dos Santos, acompanhou a capacitação e fiscalizou os estabelecimentos comerciais credenciados no município.
“Nosso objetivo ao fiscalizar os estabelecimentos é garantir a transparência do processo e incentivar a prestar serviços de excelência. Evitamos, assim, o credenciamento de estabelecimentos que não se encaixam no escopo do programa e também combatemos a simulação de credenciamento, que causa constrangimento às famílias ao irem a locais que não estão aptos a receber o cartão SER Família”, explicou Eric.
Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.
A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.
Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.
Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.
A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.
A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.
Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.
A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.
No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.
A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.
Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.
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