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Primeira-dama de MT participa da entrega de veículos da PJC ao programa SER Família Mulher

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, juntamente com o governador Mauro Mendes, participará da entrega de veículos, armamentos e equipamentos para a Polícia Civil nesta terça-feira, às 17 horas, no Salão Clóves Vettorato, no Palácio Paiaguás. O investimento de R$ 3,3 milhões é realizado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

O secretário de Segurança Pública de Mato Grosso, coronel César Roveri, e a diretora da Polícia Civil, Daniela Maidel, vão entregar 11 veículos para atender núcleos de salas de atendimento para vítimas no interior do estado, como suporte às ações do Programa SER Família Mulher. As picapes descaracterizadas serão usadas em ações de retirada dos pertences de vítimas de violência doméstica e familiar, para que elas não se sintam constrangidas durante os atendimentos.

Também serão entregues 134 armas longas, dos modelos fuzil e espingarda, com investimento de R$ 1,1 milhão proveniente de emenda parlamentar.

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A Polícia Civil também receberá 97 drones adquiridos com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. Os equipamentos aéreos não tripulados serão empregados em atividades de investigação e destinados a todas as unidades policiais do estado. As entregas ocorrerão conforme o cronograma de habilitação dos servidores para manuseio do equipamento.

Serviço
Evento: Entrega de veículos, armamentos e equipamentos para a Polícia Civil de Mato Grosso
Data: 25 de junho de 2024
Horário: 17 horas
Local: Salão Clóves Vettorato, no Palácio Paiaguás

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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