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Polícia Militar prende 11 suspeitos por sequestro e tortura e liberta refém em Nova Mutum

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Policiais militares de Nova Mutum prenderam 11 pessoas por formação de quadrilha, sequestro, extorsão e tortura, na tarde desta quinta-feira (07.03), no município. O grupo criminoso foi detido em flagrante após sequestrar um homem por suposto envolvimento em dívidas com entorpecentes.

Conforme o boletim de ocorrência, a irmã da vítima do sequestro foi até a sede do 26º Batalhão de PM de Nova Mutum para denunciar que o seu irmão estava sendo mantido como refém por uma facção criminosa.

A denunciante mostrou aos policiais duas fotografias que havia recebido dos criminosos, onde seu irmão estava com uma arma apontada na cabeça. Ainda segundo a denúncia, a vítima estava em uma suposta pousada da quadrilha e teria sido levada pelos criminosos por estar devendo uma quantia em dinheiro relativo a compra de entorpecentes.

Diante das denúncias, as equipes do 26º BPM e da Força Tática do 14º CR se deslocaram até a região informada e identificaram uma suposta pousada com sinais de abandono. Ao se aproximarem do local, foi visto dois suspeitos, que fugiram em direção a residência, ao visualizarem as viaturas policiais.

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Os militares iniciaram acompanhamento e percorreram todo o imóvel, até chegarem ao último quarto, que estava trancado. Ao notarem movimentação suspeita, os PMs arrombaram a porta e encontraram todos os 11 suspeitos reunidos, bem como a vítima do sequestro com o corpo amarrado próximo de uma banheira de hidromassagem.

Todos os criminosos foram detidos, sendo possível identificar entre eles três menores de idade e duas mulheres. No local, os policiais encontraram uma arma de fogo, porções de maconha e cocaína, a quantia de R$ 1,6 mil em dinheiro e objetos receptados como relógios, um televisor e uma caixa de som.

A vítima, de 33 anos, foi libertada e a quadrilha foi encaminhada para a Delegacia de Nova Mutum para registro do boletim de ocorrência e as demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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