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Réu é condenado a 26 anos de prisão por dois homicídios qualificados

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Denunciado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso por dois homicídios qualificados ocorridos em Tapurah, o réu Alysson Matos de Oliveira foi condenado na sexta-feira (08) a 26 anos de prisão. Os crimes foram cometidos contra Riquelme Souza Félix e Joel Pereira da Siva, ambos foram decapitados.

Durante o julgamento, os jurados acolheram a tese defendida pelo MPMT e entenderam que os crimes foram praticados por meio cruel, com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima e por motivo torpe. A pena aplicada considerou ainda a prática dos crimes de  ocultação de cadáver e corrupção de menores.

Conforme sustentação feita em plenário pelo promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, as provas apresentadas revelam que houve um “tribunal do crime” por parte de integrantes de facção criminosa por acreditarem que as vítimas eram de outra facção. “Executaram-nas com crueldade, mediante remoção das cabeças enquanto ainda estavam vivas. A polícia obteve o vídeo das duas execuções, em que os suspeitos foram identificados”, afirmou o promotor de Justiça.

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Segundo ele, no dia 21 de fevereiro deste ano, outro suspeito foi julgado e condenado por participação nos referidos crimes.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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