MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros realiza queima prescrita em Chapada dos Guimarães para minimizar riscos de incêndios florestais

Publicado em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deu início às atividades de queima prescrita na Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada dos Guimarães. A técnica preventiva utiliza o fogo de forma intencional, planejada e controlada para reduzir a probabilidade de incêndios florestais na região.

Na prática, a queima prescrita é uma estratégia de prevenção que diminui a quantidade de material combustível sobre o solo, que pode incendiar-se facilmente, especialmente durante os períodos de estiagem, minimizando o risco de ocorrências de incêndios de grande proporção.

As ações são conduzidas pelo Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) e foram iniciadas na região do Mirante do Centro Geodésico da América do Sul. A área a ser queimada compreende a faixa de domínio até a entrada do mirante, além do uso e manejo do fogo em áreas de paredão, onde a operação exige maior controle e atenção das equipes. A operação segue até sexta-feira (24.4).

De acordo com o comandante do BEA, tenente-coronel Heitor Alves de Souza, a área é considerada sensível e historicamente associada à origem de incêndios florestais na região. Por isso, segundo ele, a realização da queima prescrita de forma antecipada é necessária para facilitar o controle do fogo ao longo do período seco.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros combate incêndio em vegetação em área urbana em Primavera do Leste

“Essa é uma ação de prevenção para reduzir o material combustível na área e diminuir o risco de incêndios de maior intensidade contribuindo para a proteção da área durante o período de estiagem”, explicou o comandante.

A ação contou com o acompanhamento do Coordenador Municipal de Defesa Civil de Chapada dos Guimarães e do Gerente da APA, vinculado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA).

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Seduc amplia projeto piloto de mentoria para fortalecer ensino de professores

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Agricultura familiar movimenta a GreenFarm 2026 com inovação, negócios e desenvolvimento rural em MT

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA