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Últimos dias para garantir vaga na 8ª Corrida do Fórum de Cáceres – Natal Feliz

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Arte colorida divulga a 8ª Corrida do Fórum de Cáceres, evento beneficente em prol do Natal Feliz. Mostra corredores e traz informações sobre data, horário, local, taxa e doação de alimentos para inscrição.Ainda dá tempo de participar e fazer a diferença neste Natal! As inscrições para a 8ª Corrida do Fórum de Cáceres entraram na reta final e quem deseja participar do evento que une esporte, saúde e solidariedade tem até sexta-feira, 21 de novembro, para garantir sua vaga. Com taxa simbólica de R$ 30,00 e a doação de 5 kg de alimentos não perecíveis, a prova incentiva hábitos saudáveis e transforma cada inscrição em apoio direto a famílias em situação de vulnerabilidade.

A largada será no dia 29 de novembro de 2025, às 7h, em frente ao Fórum da Comarca de Cáceres, celebrando mais um ano de mobilização entre Justiça, atletas e comunidade. Mais de 300 corredores já garantiram a participação no evento.

Todo alimento arrecadado será distribuído para instituições e famílias carentes do município, reforçando o espírito de cooperação que marca a iniciativa desde 2016.

O juiz diretor do Fórum, José Eduardo Mariano, reforça a importância do evento. “A tradicional Corrida do Fórum é mais do que uma competição. Ela representa um movimento de promoção da saúde e do bem-estar, que também se transforma em ação social concreta. O engajamento da sociedade, dos servidores e dos atletas é revertido em alimento e esperança para quem mais precisa”, afirmou.

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A organização conta com apoio do Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Departamento de Trânsito, Exército – 66º Batalhão de Fronteira de Jauru, empresários e comerciantes locais e do Serviço Autônomo de Água, Esgoto, Drenagem e Resíduos Sólidos do Município de Cáceres – Águas do Pantanal.

Categorias e premiação

A 8ª edição contempla as seguintes categorias:

Geral Masculino e Feminino

Servidores da Justiça Estadual e Federal

Servidores do Ministério Público (MP)

Pessoas com Deficiência (PCDs)

Os cinco primeiros colocados da categoria geral recebem troféus, além de premiações por faixas etárias e subcategorias. Os primeiros inscritos também garantem a camiseta oficial, que integra o kit do atleta, entregue a partir no dia 25 de novembro, na Central de Administração do Fórum.

Serviço:
Data: 29 de novembro de 2025, às 7h
Local: Fórum da Comarca de Cáceres – Rua São Pedro, 257, bairro Cavalhada
Inscrições: até 21/11/2025, pelo site i9cronometragem.com.br

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Palestra traz realidade de famílias atípicas e desafios para garantir direitos

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A advogada e presidente da Associação de Pais e Amigos dos Autistas de Poxoréu (APAAP), Jennyfer Bathemarque, proferiu palestra com o tema “A Pessoa com Deficiência no Sistema de Justiça: Direitos, desafios e o papel do Judiciário na efetivação da inclusão”, no primeiro dia do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direito das Pessoas com Deficiência”, na manhã desta quarta-feira (15), no Fórum de Cuiabá. O evento conta com transmissão ao vivo e pode ser conferido no canal TJMT Eventos No YouTube.
Ela iniciou sua fala destacando que a judicialização é apenas mais um passo na vida das famílias atípicas, que enfrentam diversos percalços até chegar ao ponto de recorrer ao Judiciário para garantir direitos básicos, como acesso à saúde e educação por crianças com algum tipo de deficiência.
Compartilhando a realidade do município onde vive – Poxoréu (251 km a leste de Cuiabá), com pouco mais de 23 mil habitantes, Jennyfer Bathemarque exemplificou a situação de diversas famílias que carecem até mesmo de informação para lidar com o fato de ter um membro com algum tipo de deficiência intelectual ou mental, pois muitas delas reagem com vergonha e reclusão dos ambientes sociais.
“São grupos historicamente vulnerabilizados. Antigamente, esses grupos eram levados aos manicômios, eram tratados como pessoas à margem da sociedade. E ainda hoje existem famílias que têm esse estigma, que têm dificuldade em lidar”, disse, defendendo que a família não pode ter medo de exigir direitos porque eles são garantidos por lei. “Exigir um direito não é excesso, é exercício de cidadania”.
Dirigindo-se aos operadores do Direito, público contemplado no primeiro dia de programação do TJMT Inclusivo, a palestrante, que é mãe atípica e já precisou recorrer ao Judiciário para garantir tratamentos ao filho pequeno, ressaltou a importância da atuação profissional humanizada.
“Quando falamos de leis, estamos falando de pessoas. Então, quando falamos de direitos, falamos de direitos de pessoas. Quando falamos de processo judicial, falamos de pessoas. Embora, quando olhamos para o processo, nós vejamos números, documentos, por trás daquele processo há pessoas que precisam de resposta, que necessitam de algo. Então, todas as vezes que falarmos sobre inclusão, LBI, Lei Maria Berenice Piana, devemos pensar em pessoas. Quando pensamos em pessoas, tudo fica mais fácil porque você começa a se colocar no lugar”, afirmou Jennyfer.
A advogada pontuou como um dos motivos para a falta de concretização de diretos básicos das pessoas deficientes a falta de dados estatísticos oficiais mais detalhados sobre essa população. “A ideia é fazer a distinção para melhor destinar os recursos públicos”, afirmou. Ao final, ela apontou a judicialização como consequência. “O Judiciário vira porta de entrada para direitos básicos. Aquilo que o Estado deveria dar conta, o Judiciário está tendo que dar conta”, resumiu.
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TJMT Inclusivo – O primeiro dia de programação da capacitação contou com uma programação especialmente voltada aos operadores do Direito, como magistrados (as), promotores (as) de justiça, defensores públicos (as), advogados (as) e servidores (as), com palestras que buscam promover a reflexão sobre como a Justiça pode melhorar a vida das pessoas com deficiência, de que forma as decisões judiciais estão atendendo às demandas dessa população, gerando impactos práticos na efetivação de direitos básicos, como saúde e educação.
O evento é coordenado pela Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT, em parceria com a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Escola dos Servidores, Prefeitura de Cuiabá e Igreja Lagoinha.
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Autor: Celly Silva

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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