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Justiça Comunitária realiza pelo terceiro ano entrega de donativos a famílias de Jaciara

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Três pessoas posam com cestas de alimentos nas mãos, em quintal arborizado. A imagem simboliza solidariedade, apoio comunitário e fortalecimento de vínculos locais.Pelo terceiro ano consecutivo, o projeto Justiça Comunitária promoveu a entrega de donativos às famílias do bairro Jardim Aeroporto II, em Jaciara. A iniciativa é coordenada pelo juiz Ednei Ferreira dos Santos, da 3ª Vara da Comarca de Jaciara, e reforça o compromisso do Judiciário com a promoção da cidadania e da inclusão social.

A distribuição de roupas e cestas básicas teve início no dia 21 de dezembro, levando acolhimento e alegria a famílias em situação de vulnerabilidade social. No entanto, a atuação da Justiça Comunitária não se restringe ao período de fim de ano.

O projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso desenvolve ações contínuas, voltadas não apenas à orientação, mas também ao cuidado humano, por meio da entrega de alimentos, roupas, brinquedos e da escuta atenta às necessidades da população.

O propósito que motivou a criação do projeto é concretizado diariamente pelas agentes comunitários de Justiça e Cidadania, que não medem esforços para alcançar e acolher quem mais precisa. “Foi mágico”. A síntese é da gestora da Justiça Comunitária, Dionaire Vitor.

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Duas mulheres posam próximas a doações organizadas, em espaço simples e coberto. A cena evidencia parceria, acolhimento e compromisso com ações solidárias.“Como é gratificante ver a alegria das pessoas escolhendo as roupas, sandálias, chinelos para suas crianças, tomando refrigerante. São coisas, por vezes, singelas para algumas pessoas, mas eu vi no rosto das mães e das crianças a satisfação e felicidade. Isso me deixou extremamente feliz e com a consciência do dever cumprido, porque ali não há julgamento, mas apenas felicidade e amor ao próximo”.

A agente da Justiça Comunitária, Adriane Cristine, também destaca o valor do trabalho e o compromisso com o próximo. “Identifico-me demais com o trabalho voluntário, faço com o maior prazer e não tenho dia nem hora para ajudar quem necessita. Todos nós temos problemas e dificuldades e, por isso, devemos nos unir para ajudar uns aos outros e, assim, quebrar paradigmas de décadas de pessoas que lutam sozinhas”, relata.

Representando a comunidade atendida, a missionária Vera de Fátima Oliveira da Rocha, ressaltou a importância da parceria. “pelo terceiro ano a Justiça Comunitária está aqui nos ajudando, com doações de roupas, que serão entregues as famílias aqui do aeroporto 2, são famílias carentes, que necessitam de apoio e sempre podemos contar com o fórum’’, afirma.

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Grupo de mulheres e crianças reúne-se em espaço comunitário para escolher roupas sobre mesa azul. A ação demonstra cuidado coletivo, organização e apoio social.O projeto Justiça Comunitária conta com cerca de cem Agentes de Justiça e Cidadania distribuídos em 20 Comarcas do Estado de Mato Grosso, que incluem Alto Araguaia, Alta Floresta, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres, Chapada dos Guimarães, Diamantino, Jaciara, Lucas do Rio Verde, Mirassol D’Oeste, Paranatinga, Poconé, Primavera do Leste, Rondonópolis, São Félix do Araguaia, Sorriso, Tangará da Serra, Várzea Grande, Vila Bela da Santíssima Trindade e Cuiabá. Esses agentes têm a missão de levar informações sobre os direitos da população, promovendo o acesso à justiça e à cidadania.

Em Mato Grosso, a Justiça Comunitária foi instituída pela Lei Estadual nº 8.161/04. Atualmente, ela é coordenada pelo Juiz de Direito José Antônio Bezerra Filho.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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