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Servidores destacam impacto da pós-graduação na rotina e na qualidade da Justiça

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Além da oportunidade de formação, as novas pós-graduações ofertadas pelo Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso têm sido percebidas por quem atua no PJMT como um investimento direto na prática do dia a dia e na qualidade do serviço prestado à população.

Com 120 participantes, as especializações em Direito Processual Civil e Direito Constitucional reúnem profissionais que estão na linha de frente da Justiça e que veem na capacitação uma ferramenta para transformar a rotina de trabalho.

Para a técnica judiciária Kalia Ramos Miranda Farina, a iniciativa representa reconhecimento e valorização de servidores(as), especialmente daqueles com mais tempo de casa.

“É uma valorização do servidor. A gente vê muitos colegas experientes voltando a estudar, revisitando conteúdos que usamos todos os dias. A expectativa é sair daqui com ainda mais conhecimento para aplicar na prática”, afirmou.

A busca por aprimoramento também está ligada ao desejo de evolução profissional. O gestor administrativo Andrey Cordeiro Manso Rezende Oliveira, da Comarca de Primavera do Leste (235km de Cuiabá), destaca o caráter transformador da experiência.

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“É um privilégio estar aqui aprendendo com professores altamente qualificados. A expectativa é sair mais capacitado e aplicar esse conhecimento no dia a dia”, disse.

Conhecimento que chega à ponta

Essa percepção de servidores(as) converge com a proposta da formação: levar o conhecimento adquirido diretamente para as comarcas e impactar o cidadão.

Segundo o advogado e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Marco Marrafon, que ministra aulas de Direito Constitucional, a qualificação dos servidores tem reflexo direto na efetividade da Justiça.

“Quando o tribunal investe na formação dos seus servidores, a justiça se realiza por meio do conhecimento. Isso garante a proteção dos direitos fundamentais em todo o estado”, destacou.

Formação que dialoga com a realidade

A Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso promove a formação em parceria com a Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso e marca mais um avanço na política de capacitação contínua do Judiciário estadual.

A pós-graduação terá duração até abril de 2027 e será ofertada na modalidade híbrida, com 60% das aulas presenciais e 40% virtuais. Estão previstos 16 encontros ao longo do período, distribuídos entre atividades presenciais e síncronas online.

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Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

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Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

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Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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