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Esmagis-MT realiza aula presencial do mestrado com foco em justiça e igualdade

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A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) sediou mais uma etapa presencial do Mestrado em Direitos Fundamentais e Democracia, com o tema “Instituições, democracia e processos decisórios”. Nesta quinta e sexta-feira (5 e 6 de março), magistrados(as) que cursam a capacitação participaram, na sede da Escola, da disciplina presencial ofertada pelo professor Otávio Campos Fischer, com foco em discussões sobre justiça e igualdade.

O professor é desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná e docente do Programa de Pós-Graduação em Direito do UniBrasil. Doutor e mestre em Direito Tributário pela Universidade Federal do Paraná, Fischer conduziu dois dias de discussões que aproximaram a teoria da prática vivenciada pelos magistrados(as) em seus gabinetes.

Fischer destacou a satisfação em lecionar para os magistrados mato-grossenses e ressaltou a receptividade da turma. Segundo ele, o encontro foi marcado por debates profundos e pela capacidade dos alunos de relacionar conceitos teóricos a problemas concretos enfrentados no exercício da jurisdição. “É uma grande satisfação estar aqui. Fui muito bem recebido e estou me sentindo em casa. Trabalhamos textos sobre justiça e igualdade, selecionando pontos que realmente contribuem para a atuação da magistratura. A ideia não é apenas discutir teoria, mas trazer elementos que aprimorem a prática judicial”, afirmou Fischer.

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“Os magistrados demonstraram grande capacidade intelectual e interesse em debater questões centrais da atividade judicial e também desafios estruturais do país. Tenho certeza de que as discussões serão proveitosas não só para eles, mas também para mim, que levo muitas lições deste encontro”, afirmou o magistrado.

Relevância prática do conteúdo

O mestrando Cássio Leite de Barros Netto, juiz de Garantias de Cuiabá (Gabinete 3), ressaltou a profundidade dos debates e a oportunidade de aprender com a experiência do professor. “O desembargador Otávio Fischer tem uma sabedoria impressionante. Discutimos temas ligados à liberdade e igualdade com enfoque no direito tributário, o que é extremamente relevante para nossa evolução profissional. O mestrado está na reta final, e somos muito gratos ao Tribunal pela oportunidade de estudar com professores de tanto conhecimento.”

Para o juiz Arom Olímpio Pereira, titular da Segunda Vara de Barra do Bugres, a disciplina reforça a interconexão entre teoria e prática, essencial

para a atividade jurisdicional. “Os temas tratados são diretamente relevantes para nossa atuação. O mestrado tem sido profícuo justamente por essa interseção entre direito tributário, relações com o poder público e a magistratura. Esse debate de ideias traz praticidade para nossa atividade-fim, que é a jurisdição.”

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Próximos encontros

A atividade integra a cooperação técnica entre o Poder Judiciário de Mato Grosso, a Esmagis-MT e o Centro Universitário UniBrasil, reforçando o compromisso institucional com a formação continuada e a especialização de magistrados e profissionais do Direito.

O próximo encontro presencial do mestrado ocorrerá nos dias 19 e 20 de março, das 8h às 18h, na sede da Esmagis-MT, com a professora Adriana da Costa Ricardo Schier. O tema será “Tópicos especiais de Direito Constitucional”.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 e 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

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Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

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O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

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Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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