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Seciteci inicia circuito da V Mostra Estadual das Escolas Técnicas com foco em inovação e inteligência artificial

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) realiza, a partir da próxima segunda-feira (15.6), a V Mostra Estadual das Escolas Técnicas (MEET), iniciativa voltada à valorização da Educação Profissional e Tecnológica e à divulgação de projetos desenvolvidos por estudantes da rede estadual de Escolas Técnicas.

Com o tema “Educação que Conecta: Inovação, Sustentabilidade e Inteligência Artificial”, a edição de 2026 busca incentivar o desenvolvimento de projetos de integração entre educação, ciência, tecnologia e desenvolvimento sustentável.

A edição de 2026 será realizada com eventos organizados em cada unidade da rede estadual de Escolas Técnicas. A programação começa na próxima segunda-feira (15.6), em Campo Verde, e segue para as escolas técnicas dos demais municípios nos próximos dias – confira a agenda no final da matéria.

Durante a mostra, os estudantes apresentarão projetos, pesquisas, protótipos, soluções tecnológicas e iniciativas desenvolvidas nos cursos técnicos e de qualificação profissional ofertados pela Seciteci. Os trabalhos refletem conhecimentos adquiridos em sala de aula e demonstram a capacidade dos alunos de aplicar a formação técnica na resolução de desafios reais das comunidades e dos setores produtivos.

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Após a realização das etapas locais, cada unidade deverá encaminhar à Seciteci relatórios e registros das atividades realizadas, contribuindo para a sistematização das experiências de pesquisa na educação profissional em todo o Estado.

Regras e premiações

O regulamento ainda estabelece que poderão participar estudantes regularmente matriculados nas escolas técnicas e egressos dos cursos técnicos concomitantes, intercomplementares ou subsequentes. Os projetos deverão ser inscritos exclusivamente pelo professor orientador por meio de formulário eletrônico – clique aqui para se inscrever.

De acordo com o regulamento, para participar da mostra cada equipe deve ser composta por até cinco estudantes, um professor orientador e um professor coorientador.

Os trabalhos serão organizados em três grandes áreas do conhecimento: (1) Ciências Ambientais, Agrárias e Sustentabilidade; (2) Engenharias, Tecnologias, Inteligência Artificial e Inovação; e (3) Saúde, Qualidade de Vida e Desenvolvimento Social.

Além disso, os projetos poderão ser inscritos nas categorias Ensino, Extensão ou Científico. O edital também define que os formatos de apresentação aceitos serão apresentação oral, banner, produto e protótipo.

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A premiação contemplará os três melhores projetos de cada categoria em cada escola, com entrega de troféus, medalhas e certificados. Todos os participantes que apresentarem trabalhos durante a mostra também receberão certificado de participação.

Confira a programação da Mostra Estadual:

Campo Verde — 15 de junho
Matupá — 18 de junho
Juara — 19 de junho
Água Boa — 22 de junho
Alta Floresta — 24 de junho
Lucas do Rio Verde — 26 de junho
Rondonópolis — 1º de julho
Sinop — 29 de julho
Diamantino — 4 de agosto
Cuiabá — 12 de agosto
Poxoréu — 14 de agosto
Primavera do Leste — 18 de agosto
Barra do Garças — 20 de agosto
Sorriso — 21 de agosto
Tangará da Serra — 26 de agosto
Várzea Grande — 27 de agosto
Cáceres — 28 de agosto

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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