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Polícia Militar finaliza primeiro curso de operações de inteligência em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso realizou, na manhã desta quinta-feira (07.11), a solenidade de encerramento do primeiro Curso de Operações de Inteligência, promovido pela Diretoria da Agência Central de Inteligência da PM (Daci), no auditório do Quartel do Comando Geral, em Cuiabá. Ao todo, participaram 43 alunos, entre policiais militares, da Polícia Penal e Polícia Federal.

Conforme o coordenador do curso, capitão Thiago Antônio Passareli Severino, a capacitação contou com 260 horas/aula com aplicações das técnicas operacionais de inteligência em campo, divididas em pouco mais de quatro semanas.

O curso foi baseado em teorias, com noções básicas de inteligência. No entanto, o foco principal foi a aplicação da prática de inteligência, buscando o aperfeiçoamento das técnicas de investigações. Neste período, foram ministradas disciplinas como terrorismo e contraterrorismo, organizações criminosas, inteligência cibernética, além de fundamentos de inteligência, polícia nacional de inteligência, sobrevivência policial e entre outras.

“Para combater a criminalidade, o conhecimento, o treinamento e a qualificação são essenciais para as atividades policiais e com esse objetivo foi criado o 1º Curso de Operações de Inteligência, visando a busca incessante pela evolução dos nossos agentes em todo Estado. Foi uma troca de experiência fundamental na carreira de cada policial nesta edição”, disse o capitão Thiago.

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, Alexandre Corrêa Mendes, parabenizou todos os formandos do curso, destacando, principalmente, o trabalho dos policiais da Agência Central de Inteligência da PM pelo empenho e dedicação no levantamento de informações precisas que dão início às operações especiais das forças de segurança no combate à criminalidade.

“Essa integração entre as forças de segurança do Estado é de suma importância no combate às organizações criminosas. Precisamos promover cada vez mais cursos de capacitação e qualificação dos nossos agentes para por fim a todo e qualquer tipo de ação criminosa em Mato Grosso. E nós, da Polícia Militar, somos motivo de orgulho em ser uma das unidades mais bem preparadas e equipadas em dar uma resposta imediata à população”, declarou coronel Mendes.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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