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Polícia Civil resgata cachorro vítima de maus-tratos e prende tutor em Várzea Grande

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Um homem que estava mantendo seu cachorro acorrentado, na chuva e em condições de insalubridade foi preso em flagrante pela Polícia Civil, neste sábado (01.2), em Várzea Grande, após denúncia recebida pelos policiais da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema).

Além da prisão do suspeito, de 51 anos, pelo crime de maus-tratos, a ação resultou no resgate do cachorro, que foi encaminhado para uma ONG de proteção aos animais.

As diligências iniciaram após a equipe da Dema receber denúncia do crime de maus-tratos, que relatavam que o suspeito estava mantendo um cão de porte médio preso, na chuva, sem comida e sem água.

Diante das informações, demonstradas por meio de fotos e vídeos, os policiais foram até o endereço, onde foram recebidos pelo suspeito e comprovaram a veracidade dos fatos.

No local, o cachorro foi encontrado amarrado com uma corda curta nos fundos da casa, embaixo de um pequeno palet de madeira, que não cobria o animal das chuvas. O pequeno tamanho da corrente não proporcionava espaço para que o animal pudesse fazer suas necessidades, estando rodeado das suas próprias fezes. Ainda, devido as fortes chuvas, o animal estava molhado e tremendo frio, sem água e sem ração.

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Ao receber a orientação dos policiais de como deveria proceder com os cuidados com o animal, o suspeito se irritou, dizendo que quem mandava na casa era ele e iria agir como quisesse. Questionado, o tutor do animal disse ainda que deixava o cachorro amarrado nos fundos da casa para que ele não arrancasse as roupas do varal e não sujasse a varanda. Na cozinha da casa, os policiais encontraram um saco de ração aberto, suscetível a bichos e fungos.

Diante das evidências, a equipe da Polícia Civil realizou o resgate do animal, que foi encaminhado para uma ONG, onde receberá os cuidados necessários.

O suspeito foi detido e encaminhado para a Dema, onde, após ser interrogado pelo delegado Guilherme Pompeo, foi autuado em flagrante pelo crime de maus-tratos a animais.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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