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“O Parque Tecnológico é uma virada de chave para MT passar a produzir tecnologia”, afirma secretário

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O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, ressaltou a importância da construção do Centro de Inovação do Parque Tecnológico de Mato Grosso, e afirmou que o local representa uma virada de chave para o Estado.

Localizado na região do Chapéu do Sol, em Várzea Grande, o empreendimento já tem cerca de 90% das obras concluídas e será referência para criação, desenvolvimento, disponibilização de soluções tecnológicas e atração de empresas inovadoras.

“Já começamos a mobiliar o espaço, que já está todo climatizado. Nós teremos um auditório, um centro de eventos para 400 pessoas, um espaço de descompressão muito interessante, algo como se você estivesse nos grandes parques tecnológicos do mundo. A ideia é que você entre lá e a cabeça já fique disruptiva. O Parque Tecnológico vai ser uma virada de chave para Mato Grosso”, afirmou o secretário, em entrevista ao podcast MT Conectado.

A obra recebe investimentos do Governo na ordem de R$ 18,2 milhões e será referência para o desenvolvimento de inovação para as empresas do Estado, promoção de serviços para indústrias, universidades e comunidade, além de formação e qualificação de pessoas, laboratórios, pesquisa e desenvolvimento.

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O secretário ainda comentou outros assuntos, como a ampliação da rede de Escolas Técnicas Estaduais (ETECs), criação de novos cursos gratuitos profissionalizantes para geração de emprego e renda, assim como eventos para popularização da ciência, entre outros.

Assista à íntegra da entrevista concedida ao Podcast MT Contectado, realizado pela Secretaria de Estado de Comunicação.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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