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Polícia Civil prende suspeito de assaltar loja de calçados no Centro de Cuiabá

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quarta-feira (1º.7), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 22 anos, investigado por roubo majorado praticado em uma loja de calçados localizada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, na região central de Cuiabá.

O crime ocorreu no dia 30 de maio de 2026, por volta das 14h40. O suspeito entrou no estabelecimento trajando camiseta preta, bermuda colorida, tênis cinza e boné preto. A ação foi registrada por câmeras de segurança, que auxiliaram na identificação do investigado.

Durante a ação criminosa, o suspeito simulou estar armado, levando as mãos à região da cintura, além de ameaçar funcionárias do comércio. Em seguida, exigiu acesso aos caixas e subtraiu valores em espécie, totalizando R$ 994,98.

As investigações, realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, apontaram que o suspeito é reincidente, com múltiplas condenações pelos crimes de roubo e furto qualificado. Ainda em 2026, ele foi condenado por crimes patrimoniais, mas foi colocado em liberdade no mês de abril, voltando a delinquir em diversos bairros da Capital.

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Com base nos elementos reunidos no Inquérito Policial, o delegado Hugo Abdon, responsável pela investigação do caso, representou pela decretação da prisão preventiva do suspeito, medida deferida pelo Poder Judiciário.

“A conclusão da investigação e o cumprimento do mandado demonstram a atuação permanente da Derf de Cuiabá no enfrentamento aos crimes patrimoniais na Capital”, afirmou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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