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Polícia Civil prende motociclista por conduzir veículo embriagado em Confresa

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Um homem que conduzia veículo em visível estado de embriaguez, no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil na tarde de domingo (30.06).

O suspeito de 56 anos foi autuado em flagrante pelos crimes de conduzir veículo automotor sob influência de álcool ou substâncias psicoativas, desobediência, desacato e resistência.

A equipe realizava diligências pela avenida Brasil, quando nas proximidades de um posto de combustível, avistou uma motocicleta trafegando em “zigue-zague”, pois o condutor não conseguia se manter em uma faixa, indo de um lado para o outro da via.

Diante da situação, o veículo foi parado e antes de descer da moto o suspeito passou a questionar o motivo da abordagem. Mesmo explicando a razão, o motociclista se recusou a retirar o capacete e a encostar na parede.

O suspeito exalava forte odor etílico, apresentava fala desconexa, olhos avermelhados e agressividade, além de não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e dizia a todo momento estar inconformado com a abordagem.

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Ao ser informado que seria encaminhado até a Delegacia de Confresa, o suspeito passou a ameaçar e xingar os policiais civis, com palavras de baixo calão e afirmando que quando fosse solto cobraria a sua prisão.

O conduzido foi interrogado e autuado em flagrante delito. Em checagem via sistema, foi verificado que o suspeito possui passagem criminal pelos mesmos delitos em Porto Alegre do Norte. Após a confecção dos autos, ele foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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