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Polícia Civil prende homem que tentou abusar sexualmente de criança em via pública

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Policiais civis do Núcleo Especializado de Defesa da Mulher de Nova Mutum cumpriram, nesta sexta-feira (14.02), a prisão preventiva de um homem de 34 anos por tentativa de estupro de vulnerável de uma criança de 11 anos.

O crime ocorreu no dia 21 de janeiro, quando a vítima foi abordada por M.P.P.. A criança brincava perto de casa e o investigado, que estava em um veículo Corolla Cross preto, se aproximou e perguntou se ela saberia valor cobrado pelas garotas de programa de uma boate na região. Em seguida, o criminoso perguntou se a criança desejava fazer um ‘programa’ e tentou forçá-la entrar no veículo, a puxando pelo braço.

Contudo, a criança conseguiu se desvencilhar, após morder o braço do suspeito, e procurou abrigo na residência de uma vizinha.

Durante a investigação, os policiais do Núcleo Especializado conseguiram identificar o suspeito e foi representada pela prisão preventiva, deferida pelo juízo da Comarca de Nova Mutum.

M.P.P tem registros criminais desde 2018 por fatos semelhantes, quando abordou crianças na frente de escolas da cidade. Além dos crimes sexuais, ele tem passagens por roubo e porte irregular de arma de fogo.

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Durante o cumprimento do mandado de prisão, ele reagiu verbalmente contra os policiais civis e ameaçou um dos investigadores.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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