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Polícia Civil prende dois homens em flagrante por tráfico de drogas em Guiratinga

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Guiratinga (330 km de Cuiabá), realizou, nesta terça-feira (25.2), a prisão em flagrante de dois homens envolvidos no tráfico de drogas no município.

A ação teve início após a Polícia Civil receber uma denúncia de que havia chegado uma remessa de drogas na residência de um homem de 28 anos, que posteriormente repassaria os entorpecentes para outros pontos de venda.

Diante das informações, os policiais se deslocaram até o bairro Novo Horizonte, no endereço indicado na denúncia, onde montaram campana e monitoraram a movimentação no local.

Aproximadamente 30 minutos depois, os investigadores viram um homem de 30 anos chegando em uma motocicleta. Pouco depois, o suspeito de 28 anos saiu da casa e entregou um objeto a ele, que deixou o local em seguida.

Os policiais acompanharam o suspeito de 30 anos até o Bairro Santa Maria Bertila e o abordaram próximo a um hotel, onde ele foi revistado. Durante a revista pessoal, foi encontrada, escondida em sua cueca, uma porção de pasta base de cocaína embalada em uma sacola plástica. O suspeito confessou ter pago R$ 1,6 mil pelo entorpecente.

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Dando continuidade às diligências, a Polícia Civil retornou à residência do suspeito de 28 anos e o prendeu em flagrante. Os dois suspeitos foram encaminhados à Delegacia para as providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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