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PM resgata homem vítima de sequestro e impede roubo de veículo em Sinop

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Policiais militares do 11º Batalhão resgataram, na noite deste sábado (28.12), um homem, de 33 anos, vítima de sequestro na região central de Sinop. Na ação, as equipes ainda impediram o roubo de uma caminhonete Toyota Hilux que pertence à vítima.

De acordo com o boletim de ocorrência, durante patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, os policiais militares foram informados, por volta das 22h, de que um homem havia sido rendido e sequestrado próximo a uma lanchonete na região central do município.

Os militares intensificaram o policiamento na região e identificaram um veículo com as mesmas características apresentadas na denúncia, transitando pela Estrada Selene, próximo à Comunidade Águas Claras.

As equipes realizaram acompanhamento do carro, momento em que o condutor saiu em alta velocidade, em estradas rurais, dando início a uma perseguição policial. Durante o trajeto, os suspeitos saltaram do automóvel e correram em direção a uma mata fechada.

No carro, os policiais militares se depararam com a vítima, que estava amarrada e deitada no banco traseiro ao lado de um simulacro de arma de fogo. À PM, o homem relatou que estava saindo do estabelecimento comercial e foi rendido por dois suspeitos armados, sob diversas ameaças.

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Após ser rendido, o homem ressaltou que outros dois suspeitos se juntaram à dupla e a quadrilha exigiam que ele desbloqueasse o celular e realizasse transferências bancárias, mas os militares interceptaram a ação criminosa.

Até o momento, as equipes mantêm buscas pelos suspeitos. A vítima foi encaminhada à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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