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MT avança em cooperação com Serviço Geológico do Brasil para ampliar conhecimento mineral

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Uma missão técnica de representantes do Serviço Geológico do Brasil (SGB) à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), em Cuiabá, prevista para o mês de março, deve marcar o avanço das tratativas para a formalização de uma cooperação técnica voltada ao fortalecimento do conhecimento geológico de Mato Grosso. O encontro permitirá o alinhamento dos próximos passos para a execução de estudos e levantamentos no território mato-grossense.

A agenda foi acordada durante reunião realizada no inicio do mês entre o secretário adjunto de Mineração da Sedec, Paulo Leite, o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Vilmar Medeiros Simões, e os assessores da presidência do SGB, Gledson Brito e Rodrigo Adorno.

Segundo o secretário adjunto de Mineração, Paulo Leite, a cooperação com o SGB representa um avanço concreto na estruturação da mineração no Estado. “Estamos trabalhando para organizar a mineração em Mato Grosso a partir de dados técnicos confiáveis e planejamento de longo prazo. Essa cooperação com o Serviço Geológico do Brasil permite ampliar o conhecimento sobre o potencial mineral do Estado e orientar decisões que tragam segurança para quem investe e benefícios para a população”, afirmou.

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A proposta da cooperação técnica é fortalecer a base de informações sobre o potencial mineral locaç, por meio da realização de estudos e mapeamentos que contribuam para o desenvolvimento estruturado da mineração no Estado. A iniciativa integra a estratégia do Governo de Mato Grosso de organizar e consolidar o setor mineral, ampliando a segurança técnica e jurídica para novos investimentos.

Durante o encontro, as instituições manifestaram interesse em aprofundar a parceria para viabilizar levantamentos geológicos e aerogeofísicos que ampliem o conhecimento sobre o território mato-grossense. As informações produzidas deverão subsidiar políticas públicas, orientar o planejamento do setor e impulsionar oportunidades de geração de emprego e renda.

Para o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Vilmar Medeiros Simões, a cooperação com o Estado representa uma oportunidade de transformar conhecimento técnico em desenvolvimento econômico e social.

“Nosso objetivo é construir uma parceria sólida, de longo prazo, que ajude Mato Grosso a conhecer ainda melhor o seu próprio território e a transformar esse conhecimento em desenvolvimento. Os levantamentos geológicos e aerogeofísicos que estamos iniciando vão revelar potencialidades, abrir novas oportunidades e dar mais segurança tanto para quem investe quanto para quem decide. Parcerias como essa, entre o Governo do Mato Grosso e o Serviço Geológico do Brasil, têm força para mudar a estrutura econômica do estado”, afirmou.

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Como encaminhamento, as equipes técnicas do Governo de Mato Grosso e do SGB devem avançar na construção de um instrumento formal de parceria que viabilize a execução de projetos conjuntos e amplie a atuação integrada no Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Programa do Governo de MT vai fomentar a industrialização do algodão em pluma produzido no Estado

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Mato Grosso se consolidou ao longo dos últimos anos como um gigante global na produção de algodão em pluma, sendo responsável por mais de 70% da produção brasileira. Agora, o Governo do Estado deu mais um passo para ampliar a participação do setor na economia estadual ao lançar, nesta quarta-feira (27.5), o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa voltada ao fortalecimento da industrialização do algodão dentro do próprio estado.

O lançamento ocorreu no Palácio Paiaguás, no auditório Garcia Neto, e contou com a presença do governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda (Sefaz), Fábio Pimenta, da secretária de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman e do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui o programa.

“Estamos criando condições para quem queira produzir. Nós queremos que a indústria tenha Mato Grosso como um porto seguro para investimentos e que nosso povo tenha renda e empregos de qualidade”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Segundo o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, a iniciativa busca consolidar Mato Grosso não apenas como referência na produção agrícola, mas também na indústria têxtil. Atualmente, embora lidere a produção nacional de algodão, Mato Grosso ainda possui baixa capacidade de industrialização da matéria-prima.

“Estamos criando uma conexão direta entre o produtor e a indústria, garantindo mais competitividade para o setor têxtil de Mato Grosso. Com isso, conseguimos fortalecer a industrialização do algodão dentro do Estado, ampliar investimentos e gerar empregos”, destacou o secretário.

Para os produtores rurais, o programa cria novas possibilidades de mercado e maior integração com a indústria local. Já para o setor industrial, a expectativa é ampliar a competitividade e criar um ambiente mais favorável à expansão das empresas já instaladas e à atração de novos investimentos. Além disso, o programa também deve impulsionar a geração de empregos, aumentar a circulação de renda nos municípios e estimular o desenvolvimento econômico regional.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o programa representa um passo importante para ampliar a industrialização da produção mato-grossense e fortalecer a geração de empregos no estado.

“Temos urgência em transformar o algodão em produto dentro do nosso estado e oportunizar a geração de emprego e renda. O que estamos fazendo hoje é extremamente representativo para o setor têxtil e para Mato Grosso. É um passo que está sendo dado e certamente, em breve, nós estaremos aqui falando sobre todos os ganhos que estão acontecendo dentro dos programas governamentais para industrializar nossa produção”, afirmou.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Acompanharam o lançamento do programa o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Dimorvan Brescancim, o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo, o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Anderson Lombardi, o ex-senador Cidinho Santos, o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, além de representantes de associações, federações, sindicatos, cooperativas e indústrias do setor têxtil e da cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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