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Laboratório Latino-Americano de Produção Criativa abre inscrições em três modalidades

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Com a perspectiva de consolidar Cuiabá como um polo de articulação criativa e circulação internacional de projetos desenvolvidos fora dos grandes centros, o Lab LA Fuente – Laboratório Latino-Americano de Produção Criativa – está com inscrições abertas para três modalidades na segunda edição, entre 9 e 13 de março deste ano, no Teatro da UFMT, em Cuiabá. Ao mesmo tempo, a organização divulga os projetos selecionados em chamamento público que integram o processo formativo desta edição.

Financiado pela Lei Paulo Gustavo, por meio do Governo de Mato Grosso e da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o Lab LA Fuente promove painéis, atividades formativas e encontros voltados ao fortalecimento da produção audiovisual independente, reunindo profissionais e agentes do setor do Brasil e de países da América Latina.


As inscrições estão abertas para três frentes de atuação. Na modalidade Participantes, o público terá acesso ao programa formativo completo, certificado de 60 horas e participação nas atividades de imersão e networking com profissionais do audiovisual. Para a função de Monitores, é exigida experiência mínima em produção de eventos. Os selecionados atuarão no atendimento ao público, organização dos espaços, apoio técnico nas atividades formativas e suporte logístico geral. A função prevê remuneração simbólica e certificado de 60 horas.

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Já a modalidade de Cobertura Colaborativa é destinada aos interessados em integrar a equipe de comunicação do LA Fuente nas áreas de fotografia, vídeo, redação, design e mídias sociais. Os selecionados participarão da cobertura oficial do evento, com experiência prática a fim de fortalecer o portfólio e o networking com profissionais do setor.

Para se inscrever, interessados podem acessar aqui. As inscrições são gratuitas.

Projetos selecionados

Além da abertura das inscrições, o Lab LA Fuente também anuncia os projetos selecionados para a edição de 2026. Cada proposta será acompanhada por mentorias personalizadas com especialistas nacionais e internacionais, fortalecendo estratégias de produção, identidade estética e circulação dos selecionados. Entre os longas-metragens de Mato Grosso estão “Cuiabá 50 graus”, “Chuva do caju”, “Pirilampos”, “O canto da voz silenciada”, “A Grande Renúncia”, “Cinema Regional no Mato Grosso” e “Rock (R)Existe: Perseverança e Sobrevivência do Rock Independente no Cenário Cuiabano”.

Nos curtas-metragens de Mato Grosso, foram selecionados “(En)fim”, “Minha Velha Libélula”, “Memórias Póstumas”, “A Cigarra Mulher”, “Nó D’Água”, “Mulheres de Água e Barro – Vozes do Quilombo”, “A Chegada” e “Ascensão”.

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Também integram o laboratório os projetos latino-americanos “Bahia Negra” (Paraguai), “Monstruo Gordo” (Argentina), “Aventuras de Manku y Manta” (Peru), “Palabras codificadas” (Chile), “Tu eres mi sol” (Colômbia) e “Todo acto contra el olvido” (Equador).

A lista completa com informações detalhadas sobre cada projeto está disponível no Instagram oficial @lafuentecine e no site www.lafuentecine.com.

Fonte: Governo MT – MT

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Programa do Governo de MT vai fomentar a industrialização do algodão em pluma produzido no Estado

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Mato Grosso se consolidou ao longo dos últimos anos como um gigante global na produção de algodão em pluma, sendo responsável por mais de 70% da produção brasileira. Agora, o Governo do Estado deu mais um passo para ampliar a participação do setor na economia estadual ao lançar, nesta quarta-feira (27.5), o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil, iniciativa voltada ao fortalecimento da industrialização do algodão dentro do próprio estado.

O lançamento ocorreu no Palácio Paiaguás, no auditório Garcia Neto, e contou com a presença do governador Otaviano Pivetta, do secretário de Fazenda (Sefaz), Fábio Pimenta, da secretária de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Mayran Beckman e do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Durante o evento, foi assinado o decreto que institui o programa.

“Estamos criando condições para quem queira produzir. Nós queremos que a indústria tenha Mato Grosso como um porto seguro para investimentos e que nosso povo tenha renda e empregos de qualidade”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Segundo o secretário de Fazenda, Fábio Pimenta, a iniciativa busca consolidar Mato Grosso não apenas como referência na produção agrícola, mas também na indústria têxtil. Atualmente, embora lidere a produção nacional de algodão, Mato Grosso ainda possui baixa capacidade de industrialização da matéria-prima.

“Estamos criando uma conexão direta entre o produtor e a indústria, garantindo mais competitividade para o setor têxtil de Mato Grosso. Com isso, conseguimos fortalecer a industrialização do algodão dentro do Estado, ampliar investimentos e gerar empregos”, destacou o secretário.

Para os produtores rurais, o programa cria novas possibilidades de mercado e maior integração com a indústria local. Já para o setor industrial, a expectativa é ampliar a competitividade e criar um ambiente mais favorável à expansão das empresas já instaladas e à atração de novos investimentos. Além disso, o programa também deve impulsionar a geração de empregos, aumentar a circulação de renda nos municípios e estimular o desenvolvimento econômico regional.

Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o programa representa um passo importante para ampliar a industrialização da produção mato-grossense e fortalecer a geração de empregos no estado.

“Temos urgência em transformar o algodão em produto dentro do nosso estado e oportunizar a geração de emprego e renda. O que estamos fazendo hoje é extremamente representativo para o setor têxtil e para Mato Grosso. É um passo que está sendo dado e certamente, em breve, nós estaremos aqui falando sobre todos os ganhos que estão acontecendo dentro dos programas governamentais para industrializar nossa produção”, afirmou.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Acompanharam o lançamento do programa o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Dimorvan Brescancim, o secretário adjunto da Receita Pública, Lucas Elmo, o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Anderson Lombardi, o ex-senador Cidinho Santos, o prefeito de Campo Verde, Alexandre Lopes, além de representantes de associações, federações, sindicatos, cooperativas e indústrias do setor têxtil e da cadeia produtiva do algodão em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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