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Corpo de Bombeiros combate incêndio em carreta carregada com fardos de pluma de algodão

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado, na manhã deste domingo (24.11), para combater um incêndio em uma carreta carregada com fardos de pluma de algodão, próximo ao distrito de Santa Elvira, no município de Juscimeira (a 160 km de Cuiabá).

Segundo informações colhidas no local, o fogo teve início após a carreta tombar. O condutor, um homem de 44 anos, sofreu ferimentos e foi encaminhado para uma unidade hospitalar pela equipe da concessionária que administra a rodovia.

A equipe da 9ª Companhia Independente Bombeiro Militar (9ª CIBM) deslocou-se rapidamente até o local do incidente. Lá, encontrou a concessionária realizando o resfriamento inicial da carga em chamas com o auxílio de um caminhão-pipa.

Os bombeiros militares solicitaram à concessionária que utilizasse o guincho para separar o último vagão da carreta, onde estava concentrado o foco do incêndio. Após a separação, a equipe continuou o combate ao fogo e o resfriamento da carga.

Durante a operação, cerca de 5.000 litros de água foram utilizados para controlar o fogo. Foram necessários aproximadamente 2h40 de trabalho intenso para extinguir totalmente as chamas e garantir a segurança da área.

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Após o combate, a equipe realizou o rescaldo, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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