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Sema analisará qualidade da água dentro do Balneário Estivado; rio nas proximidades está impróprio

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) informa que fará uma análise de condições de banho e de recreação dentro do Balneário Estivado, em Bom Jardim, Nobres.

O rio Estivado foi um dos pontos monitorados pela Campanha de Balneabilidade deste ano. A análise não foi feita dentro do empreendimento, mas nas proximidades à jusante do balneário, em um ponto que está impróprio para banho.

Pelo balneário ser um ponto de alto potencial turístico e ser muito visitado o ano todo por pessoas de todas as regiões de Mato Grosso e de outros estados, a análise pelo Laboratório de Monitoramento da Água e do Ar é necessária para se ter informações mais precisas sobre as condições dentro do local.

O Boletim de Balneabilidade trouxe a informação de que o Balneário Estivado estava impróprio, mas esta informação foi alterada no documento oficial.

Após a análise, o local considerado como impróprio dentro do rio Estivado será o local de amostragem nas proximidades do ponto turístico. Um boletim complementar inserindo a informação desta análise específica dentro do balneário será emitido pela Pasta assim que tiver concluído o trabalho de análise.

Local onde foi feita a coleta de água no Rio Estivado

Análise da Sema

A análise de balneabilidade verifica a qualidade das águas dos rios para recreação primária, que é o contato direto e prolongado com a água. O monitoramento é feito em praias com maior número de visitantes e a classifica como própria ou imprópria para banho.

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A utilização da água para fins recreativos é comum, principalmente nos rios próximos às cidades, onde ocorre a formação de praias na época da seca. Por esse motivo, torna-se relevante conhecer a qualidade da água para garantir a conservação dos recursos hídricos e proteção da saúde da população.

A Sema orienta a população a sempre evitar a recreação de contato primário (balneabilidade) nos locais classificados como impróprios, evitar o banho após a ocorrência de chuvas de maior intensidade, evitar ingestão de água destes locais sem o devido tratamento, com redobrada atenção a crianças e idosos.

A população também pode comunicar à Secretaria eventos ou circunstâncias que possam levar a dúvidas quanto à manutenção da condição de balneabilidade de qualquer recurso hídrico utilizado para recreação de contato primário, para que a Pasta, se necessário, adote providências de novas avaliações.

Boletim Balneabilidade Bacia do Paraguai 2024

No Boletim de Balneabilidade deste ano, 14 das 21 praias da Bacia do Paraguai foram consideradas próprias para banho segundo análise da equipe técnica do Laboratório de Monitoramento da Água e do Ar da Sema. Foram analisadas 20 praias na Baixada Cuiabana, nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Santo Antônio do Leverger, Jaciara e Nobres e 1 em Barra do Bugres

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No município de Cuiabá, oito praias foram classificadas como próprias: Rio Mutuca, Rio Claro, Rio Paciência na Salgadeira, a Ponte de Ferro e Comunidade Coxipó do Ouro no Rio Coxipó, o Balneário Soberno na Comunidade de Aguaçu e a Ponte de Ferro da Guia no rio Coxipó Açú.

No Rio Cuiabá, foram classificadas como próprias as praias da Passagem da Conceição e das Veredas, em Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger.

Em Chapada dos Guimarães, foram consideradas próprias a Cachoeira da Martinha, no Rio da Casca, e o Lago do Manso (Marinas).

Também estão próprias o Rio Tenente Amaral (Água Jaciara), em Jaciara, e o Aquário Encantado, no Rio Salobra, em Nobres.

Impróprios para Banho

Além do Rio Estivado, mais 6 rios foram consideradas impróprias para a recreação de contato primário, seguindo as normas da Resolução CONAMA nº 274/2000.

No Rio Cuiabá foram 3 impróprias: Comunidade São Gonçalo, em Cuiabá; Bonsucesso, em Várzea Grande, e Praia de Santo Antônio, em Santo Antônio do Leverger.

As outras 3 são Cachoeirinha, no Rio Coxipozinho, em Chapada dos Guimarães, Cachoeira da Mulata, no Rio Tenente Amaral, em Jaciara e Rio Paraguai em Barra do Bugres.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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