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Governo de MT prorroga validade de concurso da Seduc por mais seis meses

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O Governo de Mato Grosso prorrogou por mais seis meses a validade do concurso público da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para o cargo de Professor da Educação Básica.

Com a decisão, o certame regido pelo Edital nº 001/2025-SEPLAG/SEDUC/MT permanece válido até 18 de dezembro de 2026. Conforme o ato oficial, esta é a segunda e última prorrogação permitida, não cabendo nova extensão do prazo.

O concurso foi realizado para o preenchimento de vagas e formação de cadastro de reserva para professor da Educação Básica da Rede Estadual de ensino. O resultado final e a homologação foram publicados em 22 de dezembro de 2025.

A prorrogação permite que o Estado continue convocando candidatos aprovados, de acordo com a necessidade da Rede Estadual e a disponibilidade orçamentária.

Quando foi lançado, o concurso ofertou 1.500 vagas, com remuneração entre R$ 3,6 mil e R$ 17 mil, conforme a carga horária e a habilitação exigidas para cada função.

Organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o certame contou com prova objetiva, prova discursiva, prova prática, avaliação de títulos, perícia médica e procedimento de heteroidentificação.

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A medida foi assinada pelo secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra Guimarães dos Santos, e pela secretária de Estado de Educação, Flávia Emanuelle de Souza Soares, com base em processo administrativo da Seduc.

Vagas remanescentes

Em relação ao número de vagas ainda disponíveis para futuras convocações, a Seduc esclarece que o levantamento definitivo ainda não pode ser concluído. Isso porque os candidatos recentemente convocados começam a entrar em efetivo exercício a partir desta semana.

Além disso, há casos de servidores que solicitaram prorrogação para posse e exercício, o que impede a consolidação imediata dos dados. Somente ao final de junho será possível conhecer o quantitativo exato de vagas remanescentes e avaliar a necessidade de novas convocações.

A Seduc ressalta que o balanço final dependerá da confirmação de todos os candidatos convocados e da conclusão dos prazos legais previstos para ingresso no serviço público.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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