MATO GROSSO

Defesa Civil leva materiais emergenciais a Colniza após chuvas intensas

Publicado em

A Defesa Civil de Mato Grosso enviou, nesta semana, materiais de ajuda humanitária ao município de Colniza, atendendo à população afetada pelas chuvas intensas registradas na primeira semana de janeiro.

Foram encaminhados ao município 20 colchões, 50 cestas de alimentos, com kits de higiene e limpeza, e uma caixa d’água. Os materiais foram entregues nessa sexta-feira (16.1).

Conforme a Coordenadoria de Defesa Civil do município, a cidade registrou um acumulado de cerca de 110 milímetros de chuva em poucas horas, e pelo menos 31 residências sofreram danos devido às chuvas.

Desde o início das chuvas, a Defesa Civil do Estado está auxiliando o município com orientações técnicas e monitoramento. A Prefeitura também recebe alertas antecipados sobre as condições climáticas previstas para a cidade.

Ajuda imediata

Também nesta semana a Defesa Civil estadual encaminhou materiais de ajuda imediata para apoio a uma família de São Pedro da Cipa, que também teve a casa afetada por alagamento provocado pela chuva forte. Foram encaminhados colchões, alimentos e telhas.

Leia Também:  Exploração de madeira em Mato Grosso está proibida até 1º de abril

O envio de materiais aos municípios atingidos por desastres reforça o compromisso do Governo do Estado com a proteção social e o suporte emergencial à população em situação de vulnerabilidade.

A Defesa Civil segue monitorando os municípios do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Seduc entregará materiais escolares a todos estudantes da Rede Estadual até março

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros Militar combate incêndio em veículo em Jaciara

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA