AGRONEGÓCIO

Livro e revista sobre o Agronegócio Brasileiro serão lançados hoje em Cuiabá

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O presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT) e do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Oliveira de Rezende, lança nesta terça-feira, (12.12), a revista digital “Pensar Agro – Do campo à cidade” e o livro “O Poder Público e o Agronegócio Brasileiro”.

Ambos os trabalhos tem o patrocínio do Instituto Mato-grossense das Entidades de Agronomia, Geologia e Engenharia (Imeage) e do sistema Confea/Crea-MT/Mutua-MT. A solenidade será na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea-MT), em Cuiabá.

A revista, segundo Isan, é uma publicação mensal digital, de distribuição gratuita, que trará as principais notícias de interesse do agronegócio. “Serão sempre reportagens com temas atuais, temas que estamos continuamente debatendo seja no portal Pensar Agro, no Posdcast ou em programas de televisão”, explicou.

Já o livro é uma obra abrangente, que narra o surgimento do agronegócio desde o descobrimento do Brasil até os dias atuais. Rezende descreve meticulosamente o desenvolvimento do setor agrícola desde os primórdios do descobrimento do Brasil até os dias atuais, com ênfase nos últimos 50 anos, quando ocorreu uma verdadeira revolução agrícola no Brasil. “Um feito que seria inimaginável sem o uso de tecnologia e a inestimável contribuição dos produtores e profissionais das áreas de engenharia, agronomia e geociências”, frisa

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O livro ‘O Poder Público e o Agronegócio Brasileiro’ busca lançar luz sobre os desafios do setor, bem como oferece uma reflexão sobre o futuro do agronegócio, destacando a importância do diálogo e da cooperação entre entidades públicas e privadas para o crescimento sustentável do agronegócio no país.

Ambas as publicações estarão disponíveis gratuitamente na versão on line. O livro na plataforma da Feagro  e a revista basta clicar clicar aqui.

SERVIÇO:

Lançamentos: O Poder Público e o Agronegócio Brasileiro
revista digital “Pensar Agro – Do campo à cidade”
Local: sede do Crea-MT, na av. Historiador Rubens de Mendonça,  491, bairro Araés, Cuiabá.
Data e horário: Hoje, 12 de dezembro, a partir de 18 horas

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

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A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

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A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

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Fonte: Pensar Agro

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