MATO GROSSO

Treinadores têm até sexta-feira (14) para se inscrever no edital Bolsa Técnico do Governo de MT

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) encerra, na sexta-feira (14.2), as inscrições para o edital Bolsa Técnico, que integra o programa OlimpusMT.

Com o orçamento de R$ 1,2 milhão, a seleção pública vai ofertar bolsas de auxílio mensal a mais de 70 treinadores esportivos de Mato Grosso.

O benefício é concedido a técnicos de atletas, paratletas, surdoatletas e atletas-guia praticantes do desporto de rendimento, compreendendo, preferencialmente, os esportes olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos. Nesta edição, a seleção pública considera os eventos ocorridos no ano de 2023.

Para o treinador de atletismo, Elias Neves Ramos, que é um dos 85 técnicos contemplados no último edital Bolsa Técnico, o programa OlimpusMT tem sido fundamental para desenvolver muitas potencialidades esportivas.

“O auxílio mensal do Governo de Mato Grosso facilita nos resultados para os atletas e técnicos. É um reconhecimento por nosso trabalho como treinador e isso é gratificante”, destaca Elias.

Durante 12 meses, os profissionais classificados recebem mensalmente R$ 1 mil na categoria Técnico Base, R$ 1,5 mil na categoria Nacional, e R$ 2 mil na categoria Internacional.

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“É uma ajuda mensal que possibilita a muitos técnicos do Estado a se dedicar nos treinamentos. O técnico é o profissional que muitas vezes deixa a família, o trabalho, para viajar com o atleta. A gente sabe o quanto isso é importante na performance do atleta”, explica o secretário David Moura.

Podem concorrer no edital treinadores que atuem com, no mínimo, 10 atletas federados em sua respectiva entidade estadual de administração do desporto, no caso de modalidades olímpicas, ou com pelo menos três esportistas de modalidades paralímpicas e surdolímpicas.

Também fazem parte dos requisitos o registro no Conselho Regional de Educação Física do Estado de Mato Grosso (CREF-17), nacionalidade brasileira, residência e domicílio comprovados no Estado há pelo menos 2 anos, dentre outros.

As inscrições são feitas por meio do preenchimento e envio de documentos diretamente no formulário online, que estará disponível até as 23h59 desta sexta-feira (14.2).

Serviço | Edital Bolsa Técnico

Prazo de inscrições: até sexta (14.02)

Acesso ao edital e documentos: www.secel.mt.gov.br/w/edital-n%C2%BA-001/2025/secel-mt-bolsa-t%C3%A9cnico

Acesso direto ao formulário de inscrição: link aqui

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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