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Polícia Civil prende traficante responsável por comandar tráfico de drogas em Confresa

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¿A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Confresa, deflagrou, no final da tarde de terça-feira (25.2), a Operação Liderança, que resultou no cumprimento do mandado de prisão preventiva de L.A.S., de 50 anos, apontado como um dos principais líderes do tráfico de drogas na região.

A ordem judicial foi decretada pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá, especializado no combate ao crime organizado, com base em investigações iniciadas pela Polícia Civil em 2024, que reuniram diversos elementos probatórios contra o investigado. O caso tramita em segredo de justiça.

As investigações conduzidas pela Delegacia de Confresa apontaram que o traficante era responsável por organizar a distribuição de entorpecentes a outros envolvidos no esquema criminoso e exercia papel de comando no tráfico local.

O suspeito já possuía aproximadamente uma dezena de passagens policiais de 2019 a 2021, inclusive com condenação criminal pelo crime de tráfico de drogas, em que tem uma pena de mais de sete anos de reclusão. Contudo, encontrava-se solto em razão de benefício legal.

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Com os novos elementos informativos colhidos, o delegado Mauro Apoitia representou pela ordem de prisão contra o investigado, garantindo a interrupção de suas atividades ilícitas e trazendo maior segurança à população. “Dadas as novas informações e o processo sigiloso em trâmite pela Vara Criminal de Cuiabá, esperamos que agora o suspeito permaneça preso e responda pelos crimes na justiça”, afirmou o delegado.

A operação ainda faz parte do Programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, para combate à atuação de facções criminosas.

Denúncias

O enfrentamento ao tráfico de drogas não se restringe à atuação policial, sendo fundamental o apoio da sociedade na identificação e denúncia de atividades criminosas. O tráfico é um dos principais fomentadores da violência, alimentando crimes como homicídios, furtos e roubos, além de destruir vidas por meio da dependência química.

A colaboração da comunidade, por meio de denúncias anônimas e informações repassadas às autoridades, é essencial para desmantelar redes criminosas e fortalecer a segurança pública.

A denúncia pode ser feita de forma sigilosa pelos canais oficiais, como o Disque 197 da Polícia Civil. Em Confresa, denúncias podem ser realizadas pelo WhatsApp da delegacia (65) 9 8173-0228. Todas as denúncias são absolutamente sigilosas, garantindo a segurança e o anonimato do denunciante.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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