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“Moro na Cohab desde o início e só agora consegui a regularização”, afirma moradora ao receber escritura do Governo de MT

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O Governo de Mato Grosso realizou, nesta segunda-feira (15.04), a entrega de 27 escrituras de imóveis para moradores da Cohab Nossa Senhora do Rosário, em Rosário Oeste (a 104 km de Cuiabá). A solenidade aconteceu na Prefeitura Municipal.  A iniciativa ocorreu por meio do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat).

Esta é a terceira entrega de escrituras na Cohab, que possui moradores aguardando a regularização de seus imóveis há mais de 40 anos. Em parceria com a prefeitura, o Intermat já entregou outras 105 escrituras na Cohab Nossa Senhora do Rosário. 

Uma das beneficiadas, Jovita Rodrigues da Silva não escondeu a emoção de finalmente receber o documento da casa onde mora há anos.

“Moro nesta cohab desde o início e só agora que eu consegui a minha escritura. Eu estava em Cuiabá fazendo um tratamento de saúde, mas quando me ligaram falando sobre a entrega, eu vim correndo. Estou muito grata por essa oportunidade”, destacou.

Nelsi Inês Anton, 75 anos, também beneficiada, expressou sua gratidão: “Estou muito feliz e agradeço de coração ao nosso governador e ao Intermat que deram toda força para que essas escrituras saíssem. Eu estava aguardando há 38 anos por esse momento”, disse.

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O diretor de Regularização Urbana, Erivelto Vieira, reforçou o compromisso do Governo do Estado em promover a regularização fundiária em todos os municípios.

“Essa parceria entre a prefeitura e o Governo começou há mais de dois anos e nós estamos atendendo o município com a regularização urbana e rural. A regularização é um processo demorado e complexo, mas nós vamos concluir. Essa escritura que vocês estão recebendo hoje é gratuita e registrada em cartório, que é outro compromisso do Governo com a população. E para aquelas pessoas que ainda não fizeram o cadastro para receber a sua escritura, basta apenas procurar a Prefeitura para dar entrada no processo”, lembrou Erivelto durante o evento.

A regularização fundiária é um processo essencial para promover o desenvolvimento e a inclusão social, proporcionando segurança jurídica e dignidade para as famílias que há tanto tempo aguardavam por esse momento.

O prefeito Alex Berto ressaltou a importância da parceria entre o município e o Governo do Estado.

“Ninguém consegue fazer nada sozinho e é por isso que nós somos gratos por essa parceria que está viabilizando a regularização nos municípios de forma gratuita para a população. Deixo o meu agradecimento ao presidente do Intermat, Francisco Serafim, e ao governador Mauro Mendes, que tem feito muito pela baixada cuiabana”, destacou.

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Mais de 16 mil escrituras urbanas já foram entregues em Mato Grosso desde o início da atual gestão, em 2019. Os investimentos de mais de R$ 68 milhões garantiram um número recorde de entregas em 2023: ao todo, 5.812 escrituras foram entregues para famílias de 15 municípios mato-grossenses. A meta do Intermat é entregar 20 mil escrituras urbanas e rurais até 2026.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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