Com cozinha show, sorteio de vouchers de pescaria all inclusive e brindes, além de muitos negócios B2B (de empresários para empresários), o estande do Governo de Mato Grosso no Pesca & Companhia Trade Show foi um sucesso de ativações para divulgar a marca do Estado. A ação gerou negócios aos mais de 50 empresários de todos os cantos do Estado que foram ao evento. A feira é a maior do turismo de pesca da América Latina e aconteceu de 21 a 23 de março, em São Paulo.
Proprietário do Hotel Recanto Dourado, em Cáceres, Adenizio Sousa, disse que esta é a primeira vez que o Governo do Estado participa com um estande espaçoso e cheio de atrativos.
“Esse ano teve essa inovação e fomentou que as empresas do Pantanal pudessem participar desse estande maravilhoso e trazer o nosso produto do lá do interior para São Paulo, no evento com pescadores e turistas de todos os lugares. Há muita troca de informações entre os empresários, atingimos um público interessante e é importante manter conexões no nosso setor”.
Todos os dias foram realizados sorteios de kits com copos térmicos, camisas de pescaria UV, bolsas e sacolas e os prêmios mais disputados, que são diárias all inclusive de três dias de pescarias em pousadas de Mato Grosso, tanto no Araguaia, quanto no Pantanal e na Amazônia mato-grossense. Essas premiações variam de R$ 5 mil a R$ 10 mil.
Outra atração do estande foi o apresentador do Fish TV e vice-presidente da Confederação Brasileira de Pesca Esportiva, Betinho Oliveira. Ele produziu as famosas “atado de mosca”, que são iscas feitas com linha de anzol em formato de peixes. Geralmente são usadas na pesca do dourado e da cachorra.
“Nessa modalidade, quem leva a isca é a linha, pois é mais pesada. Na outra modalidade é o contrário, quem leva a linha é a isca, é o contrário. Enquanto essa aqui, a linha leva a isca, a outra a isca é que leva a linha, ou a chumbada. Essa não tem peso, por isso que chama fly, de mosca que voa. Esse é o grande prazer. O pescador faz a sua própria isca e participa muito mais do processo. É muito mais gostoso, é lúdico, uma terapia e une a família, pois as crianças adoram”.
Além disso, também foi realizado show com o cantor Johnny Everson, happy hour com a Louvada, que doou as bebidas, e a cozinha show com pirararucu na manteiga com purê de batatas. Por dia, foram 20 quilos de peixe.
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).
A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.
“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.
A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.
No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.
Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.
“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.
A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.
“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.
As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.
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