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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Cuiabá inicia transição da insulina NPH para glargina nas USFs; veja público-alvo

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), iniciou a orientação para a transição da insulina NPH para a insulina glargina nas Unidades de Saúde da Família (USFs). A mudança segue as diretrizes da Nota Técnica Conjunta nº 169/2026, do Ministério da Saúde.

A medida é destinada a crianças e adolescentes com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1), com idade igual ou superior a 2 anos e inferior a 18 anos, além de pessoas com 70 anos ou mais que tenham DM1 ou Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2).

A substituição será realizada de forma gradual e individualizada, mediante avaliação clínica e prescrição válida. A dose da insulina glargina será definida de acordo com a avaliação clínica individual de cada paciente, considerando suas necessidades e o acompanhamento dos níveis glicêmicos.

A insulina glargina é uma insulina de ação prolongada, utilizada para proporcionar controle mais estável da glicemia ao longo do dia. A dose deve ser definida individualmente, conforme avaliação clínica e acompanhamento de cada paciente.

A mudança tem como objetivo simplificar o tratamento e facilitar a adesão dos pacientes à insulinoterapia, mantendo o acompanhamento contínuo pelas equipes de saúde.

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Os pacientes que já são acompanhados pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf) devem manter, neste momento, o acompanhamento conforme as regras vigentes, evitando duplicidade no fornecimento.

Os pacientes que completarem 18 anos durante a implementação da medida poderão manter o tratamento.

A SMS reforça que a troca da insulina ou qualquer alteração na dose não deve ser realizada por iniciativa própria. O paciente deverá procurar a USF onde realiza seu acompanhamento para agendar consulta médica, na qual será feita a avaliação clínica individual, com definição da dose, prescrição e orientações necessárias para a transição segura do tratamento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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