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Plano de Logística Sustentável: saiba como funciona e a importância para o Poder Judiciário

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O Plano de Logística Sustentável (PLS) é um instrumento obrigatório instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para organizar e monitorar as ações de sustentabilidade no Poder Judiciário.

Por meio do PLS, os tribunais monitoram, com indicadores e metas, temas como consumo de papel, água, energia e combustível, gestão de resíduos, contratações sustentáveis, qualidade de vida no trabalho, descarbonização e inovação. Atualmente, o plano reúne 20 temas estratégicos definidos nacionalmente.

Os dados são acompanhados de forma contínua, com envio mensal ou anual ao CNJ pela Plataforma PLS-JUD. Ao final de cada ano, os resultados são consolidados no Relatório de Desempenho do PLS, que permite avaliar a evolução das ações e apoiar a tomada de decisões.

No Poder Judiciário de Mato Grosso, a gestão do Plano de Logística Sustentável é coordenada pelo Núcleo de Sustentabilidade, que atua de forma articulada com as áreas gestoras do Judiciário mato-grossense. Cabe ao Núcleo consolidar e analisar os dados, acompanhar o cumprimento das metas, orientar as unidades responsáveis e realizar o envio das informações ao CNJ, assegurando a conformidade com as normas nacionais e o aprimoramento contínuo das práticas institucionais.

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Mais informações sobre as ações, projetos e indicadores acompanhados pelo Núcleo de Sustentabilidade do TJMT estão disponíveis no portal https://nucleodesustentabilidade.tjmt.jus.br/

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Autor: Emily Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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