Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional apreenderam, nesta quinta-feira (9.4), um adolescente, de 16 anos, integrante de uma facção criminosa, suspeito por tráfico ilícito de drogas, no município de Barra do Bugres (177 km de Cuiabá). As equipes retiraram de circulação 134 porções de entorpecentes diversos.
Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam denúncia de que uma residência, no bairro Jardim Oriente, era um ponto de compra e venda de entorpecentes e que o suspeito havia recebido grande quantidade de ilícitos para serem distribuídos na região.
As equipes flagraram o menor saindo do imóvel. Neste momento, o denunciado arremessou uma sacola para dentro de uma casa e tentou fugir, sendo detido em seguida. Com ele, os policiais apreenderam várias porções de cocaína.
Os militares identificaram outras porções do mesmo entorpecente que havia sido dispensado pelo adolescente. Já em buscas pela casa, os policiais encontraram outras porções de cocaína, maconha, ecstasy e R$ 200 em uma mochila no guarda-roupas.
À PM, ele confessou a prática criminosa no município. Diante do flagrante, ele foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou pelo telefone 0800 065 3939.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.
Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.
As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.
Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.
As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.
Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.
“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
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