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Gestão acolhedora marca avanços do Fórum de Cuiabá ao longo de 2025

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“Toda grande transformação começa com acolhimento”. A frase que marcou o início de um novo ciclo, em 2025, no Fórum de Cuiabá, também foi destaque na apresentação dos resultados alcançados ao longo do ano. Em solenidade realizada na segunda-feira (15), magistrados e servidores celebraram avanços conquistados em áreas importantes para o funcionamento da unidade.
Com ações voltadas a setores diversificados, o Fórum estabeleceu uma cultura de entrega, diálogo, responsabilidade, inovação e acolhimento. Áreas como infraestrutura, sustentabilidade, tecnologia da informação, gestão administrativa, documental e judicial, e recursos humanos ganharam atenção, transformando o espaço onde decisões importantes são tomadas em um ambiente mais acolhedor para magistrados, servidores e população.

“Sempre quis implantar uma gestão que fosse mais voltada ao ser humano. Sabemos da necessidade da produtividade, dos números, mas entendo que o que move tudo isso é o ser humano. Agradeço ao presidente do TJMT, desembargador José Zuquim, que me deu a oportunidade de gerir o maior Fórum de Mato Grosso e implementar aquilo que acredito ser essencial”, disse a diretora da unidade judicial, juíza Hanae Yamamura de Oliveira.
Ao longo de 2025, o Fórum de Cuiabá ganhou melhorias estruturais como a Sala de Acolhimento para as Varas de Violência Doméstica e Familiar, espaço físico para o Núcleo de Justiça do Juiz de Garantias, nova guarita, reorganização do fluxo viário e Central de Resíduos. Além disso, passou a contar com médico ambulatorial, setor psicossocial, feira da saúde, catálogo de serviços de saúde, o Programa Empodera Mulher, entre outras iniciativas.
Para 2026, a juíza Hanae Yamamura afirma que um novo projeto já está pronto para ser implantado logo nos primeiros meses. “Hoje o que mais me toca é o Projeto Acolher. É algo que nós passamos o ano inteiro construindo, e agora em janeiro de 2026 vamos inaugurar efetivamente a sala e implantar o seu funcionamento. Esse é o projeto mais humanizado da minha gestão e que vejo como a cereja do bolo”, relata a magistrada.
A gestora geral do Fórum de Cuiabá, Phiama Prado, destacou que, além da cultura mais acolhedora, a unidade judicial avançou também na inovação e modernização do gerenciamento documental com a implantação de um espaço adequado para mais de 19 mil caixas de arquivo. Ainda nesta área, a gestão conseguiu eliminar 11.862 processos físicos de forma ecologicamente correta.

“Foi uma conquista muito grande, porque o nosso arquivo estava abarrotado. Com a ajuda da Coordenadoria de Infraestrutura e seguindo uma estratégia da Presidência do Tribunal, conseguimos organizar esses 19 mil processos. Também tivemos um resultado muito grande com a eliminação correta dos mais de 11.800 processos, atendendo a gestão documental da tabela de temporalidade do Conselho Nacional de Justiça”, enfatizou Phiama.
Durante a solenidade, servidores que alcançaram mais de 40 anos de serviços prestados ao Fórum de Cuiabá foram homenageados. A apresentação dos resultados contou as presenças da juíza Hanae Yamamura de Oliveira, diretora do Fórum; do juiz Francisco Alexandre Ferreira Mendes, vice-diretor do Fórum; magistrados(as), servidores(as), estagiários(as) e colaboradores(as).

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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