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Corregedoria destaca avanços e reconhece boas práticas no Dia do Notário e Registrador

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O dia 18 de novembro marca a celebração do Dia do Notário e do Registrador, instituído pela Lei n. 11.630/2007, em reconhecimento à relevância social dos serviços prestados pelos profissionais responsáveis por garantir segurança jurídica, publicidade, autenticidade e eficácia aos atos da vida civil.
Em Mato Grosso, o Poder Judiciário conta com 255 serventias extrajudiciais, das quais 158 são providas e 97 estão vagas. Essas unidades desempenham papel fundamental no atendimento direto à população e no desenvolvimento econômico das cidades, oferecendo serviços que vão desde registros civis de pessoas naturais e títulos e documentos até escrituras, procurações, registros de imóveis e outros atos essenciais ao exercício da cidadania.
A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso reforça o compromisso com a qualidade dos serviços extrajudiciais ao realizar a entrega do Prêmio Selo Cartório Eficiente, que reconhece as unidades que se destacam pela excelência na prestação dos serviços à sociedade.
Este ano, 52 serventias extrajudiciais foram certificadas por porte, nas categorias bronze, prata e ouro.
O prêmio busca incentivar boas práticas de gestão, modernização dos serviços e o aprimoramento do atendimento ao público em todo o Estado. A iniciativa reconhece o comprometimento de notários e registradores com a eficiência, transparência e qualidade no serviço prestado à população mato-grossense.
A juíza auxiliar da Corregedoria, Myrian Pavan Schenkel, responsável pelo foro extrajudicial, destacou a importância do trabalho desempenhado pelas serventias extrajudiciais e o esforço contínuo para aprimorar o atendimento em todo o Estado.
“O Dia do Notário e do Registrador é uma oportunidade de valorizarmos esses profissionais que atuam diariamente para garantir segurança jurídica e facilitar a vida do cidadão. Em Mato Grosso, temos observado um avanço significativo na qualidade dos serviços, resultado do empenho das equipes e das iniciativas de modernização promovidas pela Corregedoria”, ressaltou.
O serviço extrajudicial é uma atribuição do Poder Judiciário, executada por particulares que recebem delegação estatal para sua prestação. Esses profissionais, notários e registradores, são escolhidos por meio de concurso público, garantindo transparência, profissionalismo e a continuidade dos serviços essenciais à população.

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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