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Lúdio e ministro da Educação destacam investimentos federais em MT em inauguração do IFMT Várzea Grande

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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) elogiou a estrutura do novo campus do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) de Várzea Grande, na região do Chapéu do Sol, inaugurado nesta quarta-feira (4) com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana (PT). Lúdio destacou que o investimento do governo federal no município, por meio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ajuda a garantir o direito à educação da população da Baixada Cuiabana.

“Eu, sinceramente, estou muito feliz. Quando cheguei e vi a estrutura deste campus falei ‘Jesus, que coisa linda’ ver se transformar em realidade o direito das famílias trabalhadoras de Várzea Grande, Cuiabá e demais municípios da Baixada Cuiabana. Que espaço belíssimo. Eu percorri as salas de aula, auditórios, todos os espaços, é impressionante a qualidade dessa obra. Fico feliz demais em ver no rosto dos estudantes e dos professores a felicidade também de ver essa obra se tornando realidade”, disse Lúdio, durante discurso na solenidade de inauguração.

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Com as aulas já iniciadas, o campus do IFMT de Várzea Grande atende quase 2 mil alunos e possui cerca de 70 professores. O Ministério da Educação (MEC) investiu cerca de R$ 17,2 milhões para concluir a obra, que foi iniciada em 2014 e retomada em 2023, na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além de comemorar a inauguração do campus, Lúdio também pontuou a necessidade de ampliar a oferta de transporte público para estudantes e trabalhadores do IFMT de Várzea Grande e da construção de outras estruturas no local, como um restaurante na sede do campus. Segundo o ministro Camilo Santana, quanto à responsabilidade do Ministério da Educação, o restaurante será instalado no IFMT de Várzea Grande ainda em 2026.

“É tanta coisa de positivo acontecendo no Brasil neste momento, há muito ainda a ser feito, e eu tenho certeza que a nossa população terá essa consciência, porque a reconstrução do nosso país precisa prosseguir”, defendeu Lúdio.

Investimentos – Além da inauguração do novo campus do IFMT em Várzea Grande, o ministro Camilo Santana também participou de uma vistoria à obra do Centro de Vivências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), no campus de Cuiabá. A obra foi iniciada em 2013 e acabou sendo paralisada em 2018. A construção está sendo retomada com R$ 7 milhões de investimentos do MEC, sendo R$ 3 milhões do novo PAC.

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O ministro lembrou que há R$ 619,2 milhões de investimentos do MEC em ações atualmente em andamento em Mato Grosso, desde obras, até a entrega de vales-computadores para professores, novas escolas de tempo integral, ônibus escolares, creches, além de três campi do IFMT em Água Boa, Canarana e Colniza, e um campus da UFMT em Lucas do Rio Verde.

Fonte: ALMT – MT

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Após silêncio de delegados, CPI da Saúde amplia investigação e convoca empresários

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O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), deputado estadual Wilson Santos (PSD), e demais membros – acataram o parecer da Corregedoria-Geral da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC) que dá o direito legal ao silêncio para os delegados de polícia, José Ricardo Garcia Bruno e Henrique Trevisan, que fizeram parte das investigações da Operação Espelho. Eles compareceram na Assembleia Legislativa, na última quarta-feira (3), mantendo o dever formal na condição de testemunhas e, sem os depoimentos, evitaram a incursão em crime de violação de dever funcional.

Um dos motivos que levaram o aceite do parecer deve-se as provas colhidas pela Operação Espelho foram anuladas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), no final de março deste ano, o que levou a Justiça Federal assumir o caso por envolver o repasse de recursos federais pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Os delegados exerceram um direito constitucional. Eles compareceram pontualmente assiduamente, mas permaneceram em silêncio. Fomos obrigados a respeitar, pois está na Constituição esse direito. Por outro lado, conseguimos aprovar por unanimidade a convocação de oito empresários”, comentou o parlamentar.

De acordo com o advogado dos delegados, Ricardo de Moraes Oliveira, não há nada a esconder por parte dos policiais, principalmente porque no Código de Processo Penal (CPP), artigo n° 207, cita que estão proibidas de depor as pessoas que, em razão de função, ministério, ofício ou profissão, devam guardar segredos, salvo se, desobrigadas pela parte interessada, quiserem dar o seu testemunho.

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“E após a atuação deles, esse procedimento foi encaminhado para a Polícia Federal, onde está hoje em segredo de justiça. Então, a gente tem até precedentes do próprio Superior Tribunal de Justiça, em que delegados federais estão respondendo hoje, porque ao atuarem investigações que depois foram convocados para prestar depoimentos em CPIs. Eles hoje estão respondendo pelo crime de violação de sigilo funcional, que também é previsto no Código Penal do artigo n.°325. A corregedoria da PJC aponta esse parecer, que seria violação de sigilo funcional”, exemplificou o magistrado.

Convocação – Ainda com data a definir entre os meses de junho e julho, a CPI aprovou a convocação de oito empresários de empresas investigadas, sendo: Gonçalves Preza Serviços, C Scaff Gonçalves & CIA Ltda (atual VC Assistência Médica Ltda), Surgery MT e Intensive Care Serviços Médicos Ltda, Bone Medicina Especializada Ltda, LB Serviços Médicos Ltda, Multimed Serviços Médicos Ltda e MedClin Serviços Médicos Ltda.

“Todos os deputados votaram favoravelmente. Esses empresários fizeram as vendas. Sobre eles recaem denúncias de vendas com sobrepreço, vendas onde os objetos foram entregues parcialmente ou não entregues. Então, é muito importante agora ouvirmos os empresários, depois deles, nós ouviremos os agentes públicos da Secretaria Estadual de Saúde”, explica Wilson Santos.

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Durante o encontro, foram entregues a todos os membros da CPI – uma cópia do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) n.° 001/2019 entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e o Governo de Mato Grosso, por meio da SES. O acordo teve o objetivo para a manutenção da prestação de serviços de saúde – executados por via indenizatória (sem contrato), nas unidades hospitalares existentes no estado.

A próxima reunião da CPI da Saúde ocorrerá na próxima quarta-feira (10), na Sala de Comissões da Assembleia Legislativa que dará continuidade aos trabalhos para apurar supostas irregularidades envolvendo contratos e pagamentos realizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Fonte: ALMT – MT

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