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Articulação de Guarnieri e parlamentares fortalece diálogo por aumento da RGA

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A articulação do deputado estadual Chico Guarnieri (PRD), juntamente com outros parlamentares, contribuiu para o avanço do diálogo com o governo de Mato Grosso sobre a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos. Em reuniões realizadas com o governador Mauro Mendes (União) e o vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), na terça-feira (20) e quarta-feira (21), foi debatida a possibilidade de aumento do índice de 4,26%, enviado inicialmente pelo Executivo à Assembleia Legislativa (ALMT), para 5,4%.

Chico Guarnieri reforçou que defende a recomposição salarial como medida necessária para repor perdas acumuladas, especialmente durante a pandemia, ressaltando que o poder de compra do servidor também impulsiona a economia do estado.

“Sou favorável à recomposição, mas ela precisa ser feita com responsabilidade, respeitando a realidade fiscal do estado e também a lei”, afirmou.

O parlamentar destacou que alterações por meio de emendas podem gerar insegurança jurídica. Por isso, a estratégia utilizada foi o diálogo para que o novo percentual fosse encaminhado pelo governo.

A Lei Orçamentária Anual de 2026 prevê R$ 4,68 bilhões em investimentos, com recursos majoritariamente próprios, destinados a áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura.
“Nosso compromisso é com um reajuste possível, dentro da lei, que respeite o servidor. Mas que também preserve a capacidade de o estado investir em áreas essenciais para a população”, concluiu.

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Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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