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Polícia Civil prende servidora contratada por furto de armas em delegacia

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A Polícia Civil prendeu uma prestadora de serviços da Delegacia de Polícia de Guarantã do Norte por furto de armas de fogo da delegacia. A ação policial é fruto de uma investigação rigorosa e do compromisso da instituição com a justiça e a integridade.

A investigação teve início após a comunicação do desaparecimento de armamentos apreendido na unidade. A equipe do Núcleo de Investigação da delegacia agiu prontamente, obtendo informações sobre o paradeiro de algumas armas.

O caso ganhou contornos ainda mais delicados ao envolver uma servidora que prestava serviço na unidade policial. Ela foi contratada e cedida pela prefeitura para atuar como escrivã na Delegacia de Guarantã.

O delegado Fabio Viana Mateus, responsável pela investigação, observou que a “Polícia Civil não hesitou em aprofundar a investigação sobre o possível envolvimento da servidora, demonstrando que a instituição não tolera desvios de conduta, mesmo que isso signifique investigar internamente seus próprios membros”.

Diante das evidências apresentadas na investigação, foi representado pela prisão preventiva da servidora, sendo a mesma decretada pelo juízo local e cumprida na manha de sexta-feira (04.4), na própria sede da Delegacia de Policia Civil de Guarantã do Norte.

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“Nosso compromisso inabalável com a lei e a ordem não tolera desvios de conduta. Agimos com rigor para garantir a segurança da sociedade”, declarou o delegado titular da delegacia de Guarantã do Norte, Waner dos Santos Neves.

“Este caso demonstra que a instituição não hesitará em investigar e punir qualquer um que viole a lei, independentemente de sua posição ou função”, reforçou o delegado Fabio Viana Mateus, responsável pela investigação.

A Polícia Civil continua as investigações para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de desvio e comercialização ilegal de armas. A instituição reafirma seu compromisso em combater o crime e garantir a segurança da população mato-grossense.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende suspeitos de homicídio que moravam perto da vítima

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13.10), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

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Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

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O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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