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Projeto Sorriso contra violência doméstica premia alunos nesta segunda

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Nesta segunda-feira (25), às 14h, será realizada a premiação do concurso de desenhos do projeto “Sorriso contra a violência doméstica”. O evento ocorrerá no auditório da Secretaria Municipal de Educação, localizada na Avenida Tancredo Neves, nº 124, Centro Sul. Mais de três mil desenhos concorrem à premiação.

Segundo a  promotora de Justiça Fernanda Pawelec, o projeto é realizado pelo Ministério Público em parceria com a administração municipal de Sorriso. O concurso vai premiar os quatro primeiros colocados do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Os prêmios variam entre bolsas para realização de cursos de inglês, informática, tablet e kit escolar.

“Para viabilização da iniciativa, contamos com a participação de vários patrocinadores, como CNA, Wizard, Oxford, Sindicato Rural de Sorriso, CDL, ACES, Cenaic e Kumon. O concurso foi um sucesso graças ao envolvimento de todos”, destacou a promotora de Justiça.

O projeto, segundo ela, teve como objetivo principal trabalhar com crianças e adolescentes, entre o 5º e 9º anos do ensino fundamental, as questões e conceitos envolvendo a violência doméstica e familiar. “Além da exposição de todas das obras artísticas criadas pelos candidatos e premiação dos melhores trabalhos, vamos utilizar esses desenhos para compor uma cartilha informativa sobre violência doméstica, ilustrada pelos alunos do Município”, acrescentou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT obtém liminar para regularizar cargos em Tangará da Serra

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar que determina ao Município de Tangará da Serra e ao Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) a substituição dos ocupantes sem vínculo efetivo de sete cargos comissionados por servidores efetivos. A decisão da 4ª Vara Cível acolheu parcialmente o pedido formulado em ação civil pública proposta pela 3ª Promotoria de Justiça Cível, por meio do promotor de Justiça Alexandre Balas. A partir da intimação, o Município e o Samae ficam impedidos de nomear pessoas sem vínculo efetivo com um desses entes para os cargos abrangidos pela medida. A proibição também alcança cargos que venham a substituí-los com outra denominação, mas com as mesmas atribuições. Em caso de vacância, a função deverá ser exercida exclusivamente por servidor efetivo. A liminar abrange os cargos de coordenador estratégico de Compras, coordenador estratégico de Atendimento ao Consumidor, coordenador de Resíduos Sólidos, coordenador estratégico de Esgoto, coordenador estratégico de Operações, coordenador de Gestão e Educação Ambiental e assessor de Projetos e Obras. O Município e a autarquia deverão apresentar, em 30 dias, um plano de transição com informações sobre os atuais ocupantes, os servidores efetivos disponíveis e aptos a exercer as funções, as vagas existentes e a situação do concurso público regido pelo Edital nº 001/2024. O documento também deverá conter um cronograma escalonado de substituição. A troca dos ocupantes sem vínculo efetivo deverá ser concluída em até 120 dias, contados da intimação da decisão, com comprovação no processo. Para o descumprimento injustificado das obrigações, foi fixada multa diária de R$ 1 mil por cargo, limitada inicialmente a R$ 60 mil por cargo. Investigação e tentativa de adequação – a ação tem origem em inquérito civil instaurado em 2022, após relatório da Controladoria Geral do Município apontar que 15 dos 21 cargos comissionados então existentes no Samae apresentavam atribuições técnicas, administrativas, burocráticas ou operacionais, incompatíveis com esse tipo de provimento. Em agosto de 2025, o MPMT expediu recomendação para que o Município e a autarquia revisassem a legislação e a estrutura de pessoal. A Lei Municipal nº 7.183/2025 passou a reservar dois cargos a servidores efetivos e alterou denominações e descrições de atribuições de outros postos. Ao analisar o pedido liminar, o juiz Diego Hartmann considerou, em avaliação preliminar, que as mudanças não corrigiram a incompatibilidade dos sete cargos abrangidos pela decisão. A fundamentação destaca que o enquadramento depende das atribuições do cargo, e não apenas do nome que recebe. Conforme o entendimento do Supremo Tribunal Federal citado na decisão, cargos em comissão devem se destinar a funções de direção, chefia e assessoramento. A liminar não foi concedida para os cargos de gerente de Gestão — GTEC, gerente de Gestão — GOP, gerente de Gestão Comercial — GCOM e superintendente Administrativo e Financeiro. Segundo a decisão, o enquadramento desses cargos exige aprofundamento da análise durante o processo. A ação seguirá para julgamento do mérito. Entre os pedidos do MPMT estão a anulação das nomeações questionadas, a adequação legislativa da estrutura de pessoal da autarquia e o exercício das funções por servidores aprovados em concurso público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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