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Gaeco-MT integra força-tarefa que prendeu foragido do estado no RJ

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco-MT), participou da força-tarefa que resultou na prisão de Rafael Amorim de Brito, na quarta-feira (7), no município de Itaboraí (RJ). Ele é apontado como o autor dos disparos que mataram o sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso, em maio de 2024, em Cuiabá. O militar foi baleado em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro.Segundo apurado, o suspeito estava escondido no Complexo do Alemão e foi preso quando deixou a comunidade para cometer um roubo em Itaboraí. Rafael Amorim de Brito integrava a lista vermelha do Programa Captura, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que reúne os criminosos mais perigosos e prioritários do país. Contra ele, havia quatro mandados de prisão por homicídio, roubo, corrupção de menores e associação criminosa. Além disso, o criminoso tinha passagens por estupro e tráfico de drogas.A operação foi deflagrada após trabalho de inteligência integrado entre o Gaeco-MT (força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo), a Diretoria da Agência Central de Inteligência da Polícia Militar de Mato Grosso, a Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), da Polícia Federal.Após que a Justiça autorizar, Rafael Amorim de Brito será transferido para Mato Grosso, onde deverá cumprir os mandados de prisão em aberto e responder pelos crimes.

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Foto: Reprodução Secom-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Município corrige edital de seletivo após recomendação do MPMT

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Menos de 48 horas após receber recomendação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o município de Santa Carmem (a 421 km de Cuiabá), promoveu alterações no edital do Processo Seletivo Simplificado nº 003/2026 para adequá-lo aos princípios constitucionais da legalidade, isonomia, razoabilidade e ampla competitividade no acesso aos cargos públicos. Após reconhecer as irregularidades apontadas, o Município publicou a retificação do edital.A recomendação foi expedida pela 4ª Promotoria de Justiça Cível de Sinop, que atua nas áreas de Defesa da Probidade Administrativa, Patrimônio Público, Fundações e Cidadania. No documento, o MPMT orientou a administração municipal a reavaliar as regras do certame, especialmente em relação à forma de inscrição, aos prazos estabelecidos e às condições de participação dos candidatos.Também recomendou a adoção das medidas necessárias para corrigir as restrições identificadas, incluindo, se necessário, a reabertura do período de inscrições, a anulação de etapas já realizadas e a republicação do edital com mecanismos que garantam maior acessibilidade e competitividade. Entre as alternativas sugeridas estão a adoção de inscrições por meio eletrônico ou em formato híbrido.De acordo com o MPMT, o edital previa inscrições exclusivamente presenciais, com prazo considerado reduzido e atendimento em horário limitado. Para a 4ª Promotoria de Justiça Cível de Sinop, as exigências criavam barreiras excessivas à participação dos interessados. “Tal sistemática, em tese, impõe obstáculos desproporcionais à participação de interessados, notadamente aqueles não residentes no município, comprometendo a ampla competitividade do certame”, consta na recomendação.Foto: divulgação

Fonte: Ministério Público MT – MT

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