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PGJ preside painel em seminário sobre consensualismo no setor público

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O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Deosdete Cruz Junior presidiu na tarde desta segunda-feira (6) um dos painéis do seminário “Controle externo e solução consensual de controvérsias relevantes”, realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). Na oportunidade, destacou que o TCE é um “território fértil para novas práticas”, entre as quais se inclui a busca pelo consenso como forma de reduzir conflitos e ganhar celeridade nas decisões institucionais.

“Acreditamos muito na busca do consenso como forma de racionalizarmos o uso das instituições do sistema de Justiça. Precisamos nos dar as mãos em nossa atuação institucional”, defendeu o procurador-geral, acrescentando que o MPMT e o TCE “têm firmado parcerias em diversas frentes de atuação”.

Deosdete Cruz Junior presidiu a mesa no painel em que o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo Sérgio Domingues abordou o tema “Tribunais de Contas e STJ: consenso, controle e a nova Lei da improbidade administrativa”.

Durante o seminário, o professor-doutor Eduardo Arruda Alvim falou sobre a “Revisitação dos papéis dos Tribunais de Contas”, enquanto o vice-presidente do STJ, ministro Og Fernandes, discorreu sobre “Tecnologia e seus ‘poréns’: um estudo sobre o caso do Comprasnet e sua utilização off label para licitações públicas”.

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(Com informações do Tribunal de Contas de Mato Grosso)
Foto: Diego Rodrigues|MPC.

 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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