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Membros de facção são condenados por execução de comerciantes

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Três integrantes da facção Comando Vermelho foram condenados pelo Tribunal do Júri, nesta terça-feira (22), pelos assassinatos de três comerciantes do Estado de São Paulo que estavam em Cuiabá para vender tapetes. Os crimes aconteceram em outubro de 2020 e, somando todas as penas máximas, os acusados foram condenados a um total de 157 anos de reclusão.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, as vítimas eram provenientes do Estado de São Paulo e estavam em Cuiabá para comercializar tapetes. Os réus acreditaram que os trabalhadores seriam ligados a uma facção criminosa rival.Dias antes de serem executadas, as vítimas foram submetidas a um julgamento do Comando Vermelho, representado pelos denunciados. Em seguida, no dia 19 de outubro de 2020, os réus invadiram a casa no Bairro Parque Nova Esperança II, onde as vítimas dormiam, e as assassinaram. “O crime foi praticado por motivo torpe, uma vez que os acusados somente ceifaram covardemente a vida das vítimas, em razão de julgarem ser integrantes de facção criminosa rival”, apontou o MPMT.Rayan Junior da Silva Alvarenga foi condenado a 72 anos de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 40 dias-multa. Ele foi sentenciado por três homicídios qualificados. Pedro Henrique Razão dos Santos recebeu uma pena de 20 anos de reclusão em regime fechado, também por homicídio qualificado. Jonathan da Silva Jorge de Cristo foi condenado a 65 anos de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 30 dias-multa. Ele foi sentenciado por três homicídios qualificados.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça aceita denúncia e manda prender acusada por morte de advogado

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A Justiça de Mato Grosso acatou a denúncia contra nove pessoas investigadas pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, e determinou a prisão de uma das acusadas.
A decisão foi assinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 12ª Vara Criminal da Capital. Com isso, os investigados passam a responder formalmente pelos crimes, que incluem homicídio qualificado e participação em organização criminosa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o assassinato teria sido cometido por um grupo organizado, com divisão de tarefas, voltado a execuções sob encomenda.
Entre os denunciados estão Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes do crime. Também são acusados outros envolvidos na intermediação, execução e apoio logístico.
Na mesma decisão, a juíza determinou a prisão preventiva de Elenice Ballarotti Laurindo. Segundo o entendimento da magistrada, há indícios de que ela participou da contratação e do pagamento pela execução, além de risco de interferência no andamento do processo.
Já os pedidos de prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater foram negados. Eles continuarão cumprindo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de contato e limitação de deslocamento.
A Justiça também determinou a citação de todos os denunciados para que apresentem defesa e autorizou o levantamento do sigilo do processo.
A denúncia é assinada pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo, Elide Manzini de Campos, Vinicius Gahyva Martins e Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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