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Ceaf promove capacitação de investigação em ambiente virtual

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) promove, até sexta-feira (5), a Capacitação em Técnicas de Open Source Intelligence (OSINT) e Investigação em Ambiente Virtual, na sede das Promotorias de Justiça de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá). O curso é voltado para 50 agentes policiais do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.A capacitação é promovida em parceria com a unidade desconcentrada do Gaeco em Rondonópolis, sob a coordenação do promotor de Justiça José Vicente Gonçalves de Souza, e com a Diretoria da Agência Central de Inteligência (Daci) da Polícia Militar de Mato Grosso, representada pelo diretor Cel. Siziéboro Elvis de Oliveira Barbosa e pelo chefe da agência regional de inteligência da PM em Rondonópolis, major PM Heryk Henryk de Deus. O instrutor é o analista de inteligência Wallace Silva Bismark. O objetivo da formação é aprimorar a atuação investigativa, garantindo a coleta, análise e validação de dados de fontes abertas com segurança e conformidade legal, fortalecendo a produção de provas e a prevenção e repressão de ilícitos.Desenvolvida para capacitar os participantes no uso estratégico e seguro de informações digitais, a formação combina teoria e prática. Segundo o coordenador do Ceaf, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, “os participantes estarão aptos a empregar metodologias e ferramentas de inteligência digital de forma eficaz, potencializando resultados e elevando o nível de excelência das investigações conduzidas no âmbito institucional”.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT fortalece defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+

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Garantir o respeito à diversidade e combater todas as formas de discriminação estão entre as atribuições do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). No dia 28 de junho, quando é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, a instituição reforça seu compromisso com a defesa dessa população, atuando para assegurar direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, promover a cidadania, fiscalizar políticas públicas de inclusão e responsabilizar autores de práticas discriminatórias.A proteção desses direitos tem fundamento na Constituição Federal, que assegura a igualdade, a liberdade e a dignidade de todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. Nos últimos anos, importantes avanços foram consolidados no campo da proteção à população LGBTQIAPN+, entre eles o reconhecimento da união estável e do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a possibilidade de alteração de nome e gênero no registro civil sem necessidade de cirurgia, a equiparação da homofobia e da transfobia ao crime de racismo e o fortalecimento das garantias de igualdade, inclusão e respeito à identidade de gênero em diferentes espaços sociais.Além disso, práticas como recusar atendimento, humilhar, constranger, excluir ou agredir alguém em razão da orientação sexual ou da identidade de gênero são passíveis de responsabilização. Nesse contexto, o Ministério Público atua tanto na repressão quanto na prevenção de violações de direitos. A instituição recebe e apura denúncias de discriminação e violência, acompanha e fiscaliza a implementação de políticas públicas voltadas à inclusão social, promove a defesa dos direitos fundamentais e desenvolve ações educativas para conscientizar a população sobre a importância do respeito à diversidade e do combate à intolerância.As violações podem ocorrer em diferentes espaços da convivência social. Casos de discriminação são registrados em escolas e universidades, unidades de saúde, repartições públicas, ambientes de trabalho, estabelecimentos comerciais, espaços religiosos e também nas plataformas digitais. Em todas essas situações, o Ministério Público pode atuar para apurar os fatos, acolher e orientar as vítimas, promover a responsabilização dos envolvidos e adotar medidas destinadas à prevenção de novas violações.O MPMT reforça que vítimas e testemunhas de discriminação ou violência não devem permanecer em silêncio. A denúncia é uma ferramenta fundamental para a proteção de direitos e para o enfrentamento de práticas discriminatórias. Em situações de urgência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190. Para registrar denúncias, a população pode procurar a Ouvidoria do Ministério Público pelo telefone 127, pelos números de WhatsApp (65) 99271-0792 e (65) 99255-4681, ou ainda buscar a Promotoria de Justiça mais próxima.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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