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Campanha presenteia colaboradores terceirizados do MPMT

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O Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena realizou na manhã desta segunda-feira (18), no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, a entrega de 191 cestas básicas e panetones que foram adquiridos com a campanha “Faça uma Terceira Pessoa Feliz neste Natal”.  Foram entregues ainda 99 presentes aos filhos e filhas dos colaboradores terceirizados que trabalham na sede da Procuradoria Geral de Justiça e promotorias de Cuiabá e Várzea Grande.

A campanha, conforme o Vida Plena, superou a meta inicial com a arrecadação de R$ 26.165,00. Parte do dinheiro obtido também foi utilizado para custeio de um coffe break servido aos participantes durante o evento. 

“Mais uma vez, membros e servidores do Ministério Público foram sensíveis à campanha, demonstrando gratidão às pessoas que diariamente nos auxiliam contribuindo para o bom funcionamento da instituição”, destacou a coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Pereira Sousa Maia.

O subprocurador-geral de Justiça Jurídico e Institucional, Marcelo Ferra de Carvalho, também destacou a importância do trabalho realizado pelos colaboradores terceirizados. “No dia a dia, os trabalhos realizados por nossos colaboradores terceirizados podem passar de forma despercebida, mas tenham a certeza de que sem a contribuição deles o Ministério Público não conseguiria cumprir o seu papel constitucional”, destacou.
 

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT investiga contratações temporárias na Educação

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A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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