Ministério Público MT

Atuação do FloreSer rende Moeda Honorífica do 3º BPM à Promotoria

Publicado em

A promotora de Justiça Claire Vogel Dutra foi homenageada com a Moeda Honorífica do 3º Batalhão da Polícia Militar, em reconhecimento à sua atuação na área social e comunitária. A entrega foi realizada pelo comandante do 3º BPM, tenente-coronel Adonival Souza, durante atividade do projeto FloreSer, na última quinta-feira (30), em Cuiabá.
“Fico muito honrada com essa homenagem. Ela reforça nosso compromisso de seguir trabalhando na prevenção da violência. Essa moeda é de toda a equipe do FloreSer”, afirmou.
O projeto FloreSer, desenvolvido pelo Núcleo das Promotorias de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar – Espaço Caliandra, esteve com meninos e meninas do Projeto Crescer, iniciativa do 3º Batalhão da Polícia Militar (CPA 4), que utiliza o esporte como ferramenta de cidadania para crianças e adolescentes de 7 a 11 anos.
Entre as atividades oferecidas pelo Projeto Crescer estão boxe, capoeira, karatê, futsal e xadrez, promovendo desenvolvimento social, disciplina e o fortalecimento do vínculo entre a polícia e a comunidade, já alcançando centenas de participantes.
Durante o encontro, o FloreSer conversou com os jovens e também com pais presentes, abordando a violência de gênero contra a mulher. Foram discutidos temas como masculinidade, a construção social do que é ser homem e mulher, além dos tipos e formas de violência previstos na legislação. A atividade contou ainda com dinâmicas interativas, estimulando a participação do público e melhor compreensão das modalidades de violência contra a mulher.
A Moeda Honorífica do 3º BPM é destinada a homenagear militares e civis que se destacam por relevantes serviços prestados à segurança pública e à comunidade.

Leia Também:  MP lamenta falecimento de desembargador, pai de procurador

Fonte: Ministério Público MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

Published

on

A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

Leia Também:  Dois membros do MPMT se inscrevem para concorrer à vaga no STJ

Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA