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Três estudantes da rede estadual são eleitos para o Parlamento Juvenil do Mercosul

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Três estudantes da Rede Estadual de Ensino foram eleitos no pleito do Parlamento Juvenil do Mercosul (PJM) e foram classificados para representar Mato Grosso na etapa nacional, em Brasília (DF), de 26 a 30 de maio. A votação ocorreu pela internet com os próprios candidatos fazendo campanha aos amigos e familiares.

Os mais votados ganharam de acordo com o seu projeto e vídeo de campanha 2025: “A integração regional e as mudanças climáticas”. A votação ocorreu pela internet.

Em 1º lugar, com o projeto “Juventude e Sustentabilidade: Iniciativas locais para mudanças globais”, João Manoel Bolognani, da Escola Estadual Cora Coralina, em Pontes e Lacerda, contabilizando 643 votos.

Em seguida, foram classificados Wellita Caroline de Almeida, da Escola Estadual Mario Spinelli, em Barra do Bugres com o projeto “Plantando para o Futuro: A integração regional e as mudanças climáticas”, com 456 votos; e Giovane Prisco Rodrigues, da Escola Estadual Júlio Muller, com 300 votos, pelo projeto “Matas ciliares, ação educacional a fim de mitigar os problemas ambientais em Comodoro-MT”.

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Agora, eles concorrem a etapa nacional e, se classificados, vão para a etapa internacional, em Foz do Iguaçu, de 11 a 13 de agosto. Essa etapa contará com a participação de estudantes representantes das províncias, departamentos ou estados dos países membros do Mercosul.

Os candidatos eleitos receberão, a partir desta quarta-feira (12.3), um e-mail com as instruções sobre o envio de documentação suplementar para a compra de passagens e reserva de hospedagem para a estadia em Brasília. Todo custo será responsável pelo Ministério da Educação (MEC).

O programa é uma iniciativa do Setor Educacional do Mercosul, que proporciona aos jovens estudantes de redes públicas dos países-membros e associados um espaço de encontro e diálogo, incentivando o protagonismo juvenil para a geração de propostas sobre temáticas de interesse comum.

O objetivo é ajudar os estudantes a compreender o mundo, resolver problemas e atuar de forma cidadã, ética e responsável em sua comunidade e na sociedade. Além disso, os participantes desenvolvem competências e habilidades como domínio da linguagem, enfrentamento de situações-problema, construção de argumentação e elaboração de propostas.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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