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Trânsito será interrompido por um dia para implantação de pista extra na Miguel Sutil

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) vai ampliar uma pista da Avenida Miguel Sutil, em frente à Todimo Lar Center, com o objetivo de melhorar o fluxo no trânsito durante a execução das obras do Complexo Leblon.

Esta ampliação será feita com a demolição temporária do canteiro central neste trecho da Avenida. Desta forma, o trânsito na pista sentido Rodoviária – Coxipó, da Avenida Miguel Sutil, será totalmente bloqueado nesta quinta-feira (1º.5), por volta das 07h ou 8h, para a demolição.

Na sexta-feira (2), o trânsito voltará, mas no sistema de fluxo e contrafluxo, enquanto a Sinfra-MT realiza a aplicação de asfalto na nova pista temporária. A situação no local será normalizada a partir do sábado (0).

Durante a interdição na quinta-feira, o trânsito será desviado para a via paralela, Rua Estrela do Norte, até a Avenida do CPA. As intervenções serão feitas no feriado para diminuir o impacto sobre o deslocamento das pessoas.

Atualmente, este trecho da Miguel Sutil está com a pista estreitada, em razão da construção de um elevado e acesso a um túnel no local. A intervenção da Sinfra-MT irá garantir a volta de duas faixas de rolamento a este trecho.

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O Complexo Leblon é um investimento de R$ 78,1 milhões do Governo do Estado para resolver gargalos no trânsito do entorno da Trincheira Jurumirim. Entre as intervenções previstas estão a duplicação da Rua Boa Vista, uma nova trincheira, um pequeno elevado, o alargamento do viaduto sobre a Avenida do CPA e um túnel na Rua Desembargador Trigo de Loureiro.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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