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Sinfra cria página para disponibilizar informações sobre o trânsito no Portão do Inferno

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) criou uma página para disponibilizar informações em tempo real sobre a situação do trânsito na região do Portão do Inferno na MT-251, rodovia que liga Cuiabá ao município de Chapada dos Guimarães.

A página pode ser acessada por meio do link www.sinfra.mt.gov.br/portao-do-inferno e por um banner disponibilizado no site da Sinfra.

O objetivo é que a página funcione como um canal de acesso mais rápido às informações sobre a situação do trânsito no local para a população que precisa utilizar a estrada, especialmente durante as festas do fim do ano.

No site, a Sinfra transmite imagens de uma câmera instalada em frente ao painel de informações do trânsito disponibilizado na rodovia, próximo ao Posto Policial. O painel informa se o trânsito está aberto, funcionando no sistema de pare e siga, ou interditado por conta das chuvas.

Também estão disponíveis dados meteorológicos da estação instalada no Portão do Inferno. Com esses dados, é possível acompanhar o quanto choveu no local durante o dia – informação que é utilizada como base para a interrupção ou não do trânsito.

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A portaria com as regras de trânsito, que disciplina quais tipos de veículos podem transitar pela MT-251, também está disponibilizada nesta página, assim como o protocolo de segurança e a programação para os próximos dias no local.

Parceria com o Waze

A Sinfra-MT também firmou uma parceria com o aplicativo de trânsito Waze, para divulgar em tempo real as informações sobre alterações no trânsito no local.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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