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Sinfra altera interdição na Prainha para continuidade da correção do sistema de drenagem

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A partir deste sábado (14.2) a pista no sentido Porto–Centro da Avenida Tenente-Coronel Duarte (Avenida Prainha), na região da Praça Ipiranga, será totalmente interditada para a correção dos sistemas de drenagem e das erosões que aparecem embaixo do asfalto. A interdição ocorrerá entre o Ginásio do São Gonçalo e a Avenida Isaac Póvoas.

Com isso, a pista no sentido inverso, Centro-Porto terá o trânsito liberado. A previsão é que essa interdição prossiga até a terça-feira, dia 17, aproveitando o feriado do Carnaval.

As obras de mobilidade urbana executadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) seguem em andamento na região central de Cuiabá.

Entre a Praça Ipiranga e o Ginásio do Colégio São Gonçalo, continuam os serviços de concretagem da sub-base do pavimento e do piso das estações. No trecho, também estão previstas interdições de faixas para recuperação de erosões, reforço do subleito e travessias de sistemas de ITS (Sistema de Transporte Inteligente).

Além disso, será realizada fresagem e aplicação de nova capa asfáltica entre a Igreja Universal e o São Gonçalo.

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No trecho entre o TRT e a Sefaz, haverá interdições de faixas para execução de travessias de tubulação. Na mesma região, seguem os trabalhos de concretagem da ciclovia e o plantio de grama.

Já nas proximidades do Shopping Popular, continuam os serviços de drenagem, fresagem e aplicação de nova capa asfáltica no trecho entre as avenidas Major Gama e Carmindo de Campos.

Complexo Leblon

As obras do Complexo Leblon permanecem com a instalação de tirantes na Trincheira do Jardim Leblon, execução de muros de contenção e aterros. Em frente a Todimo Lar Center seguem sendo perfuradas estacas do viaduto, além de escavações e contenções.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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